| Processo: | 16/17469-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Opher Gileadi |
| Beneficiário: | Roberta Regina Ruela de Sousa |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia celular Proteínas quinases Inibidores de proteínas quinases Fosfatase 3 de especificidade dupla Ciclo celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ensaios Celulares | inibição química | Quinases | Vrk1 | Biologia Celular |
Resumo Uma das maneiras de se obter novos medicamentos é encontrar e definir os alvos corretos e somente através da compreensão da Biologia Humana que tais objetivos podem ser alcançados. Para estudar a Biologia Humana, ferramentas como abordagens genéticas e inibição química são usadas para revelar a função de uma proteína e, assim, definir um alvo terapêutico. Uma das classes de proteínas que tem se demonstrado bons alvos terapêuticos para muitas doenças são as proteína quinases, primeiramente por estarem envolvidas no controle de diferentes processos celulares, incluindo proliferação e apoptose; em segundo lugar, quinases podem ser alvos específicos de pequenas moléculas, como vem mostrado pelo aumento do número de inibidores de quinases aprovados pelo FDA, na maioria para oncologia; e por último, por haver ligação genética de muitas doenças humanas com centenas de quinases de um genoma com cerca de 500 quinases. Entretanto, as quinases que são extensivamente estudadas atualmente continuam sendo as mesmas 50 que eram estudadas há 20 anos atrás. É provável que haja alvos importantes entre essas proteínas quinases negligenciadas. Para que a comunidade científica estude o papel dessas proteínas quinases pouco estudadas e identifique novos alvos terapêuticos, o Structural Genomic Consortium (SGC) tem como objetivo desenvolver sondas químicas: inibidores potentes e seletivos de proteínas quinases individuais, com atividade bem definida em células intactas. Nesse projeto, eu vou desenvolver e implementar ensaios celulares para comprovar a ligação do inibidor ao seu alvo, determinar as curvas de dose-respostas e as consequências da inibição da quinase alvo. Este projeto focará inicialmente na VRK1, uma serina-treonina quinase, que faz parte do grupo das quinases pouco estudadas. VRK1 está envolvida com ciclo celular e resposta a danos no DNA e alguns estudos sugerem VRK1 como alvo para terapia contra o câncer. Estabeleceremos métodos para validar as sondas químicas e revelar o papel da VRK1 em células. No decorrer deste projeto, métodos similares serão desenvolvidos para sistematicamente validarmos a função celular das sondas químicas para outras quinases. (AU) | |
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