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Como a complexidade do habitat afeta a dispersão dos anfípodes. um teste usando gramas marinhas e briozoários

Processo: 16/23206-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 30 de junho de 2017
Vigência (Término): 29 de junho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Fosca Pedini Pereira Leite
Beneficiário:Marília Bueno Fernandes
Supervisor no Exterior: Scott Burgess
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : Florida State University, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:15/10797-9 - Efeitos do hábito de vida e do tamanho na dispersão inicial e recrutamento em anfípodes (Crustacea: Gammaridea), BP.PD
Assunto(s):Ecologia marinha   Crustáceos

Resumo

A pressão de predação é intensa em ambientes marinhos rasos e encontrar refúgios adequados pode favorecer a sobrevivência de invertebrados marinhos, sendo que habitats mais complexos podem oferecer abrigos de maior qualidade quando comparados á habitats mais simples. Anfípodes (Crustacea: Peracarida) apresentam desenvolvimento direto e dispersam para novos habitats tanto enquanto juvenis e adultos em busca de alimento e proteção contra seus predadores, que incluem peixes visualmente orientados. Para investigar se a complexidade do habitat afeta os padrões de dispersão de anfípodes em bancos de gramas marinhas, duas espécies morfologicamente distintas de briozoários serão utilizados como complexidade adicional as lâminas das plantas. Stylopoma sp. é um briozoário incrustante, que em associação com as gramas resultará em um habitat mais complexo que as gramas, mas será menos complexo que um habitat formado pela associação entre as gramas e Bugula neritina, que é um briozoário arborescente. Apenas anfípodes herbívoros serão analisados para que possamos avaliar o uso do habitat apenas como refúgio, uma vez que tais anfípodes não se alimentam das gramas marinhas nem dos briozoários. Ao inserir habitats manipulados a diferentes distânias dos bancos de plantas marinhas, nós esperamos que a distância afete a dispersão dos anfípodes de modo que eles colonizarão exclusivamente os habitats mais complexos nas maiores distâncias.