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Avaliação da resistência à torsão e à fadiga cíclica de instrumentos endodônticos rotatórios e reciprocantes: avaliação após 3 vezes de uso clínico

Processo: 16/17823-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2017
Vigência (Término): 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Rodrigo Ricci Vivan
Beneficiário:Manoela Medola Marun
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Instrumentos endodônticos   Resistência à flexão   Ensaios de fadiga

Resumo

O objetivo do trabalho será analisar a resistência flexural (fadiga cíclica) dos sistemas Reciproc (M-wire), TF Adaptive (Fase R), Logic (memória controlada) e Medin (convencional), por meio de ensaio mecânico; A resistência torsional dos sistemas Reciproc (M-wire), TF Adaptive (Fase R), Logic (memória controlada) e Medin (convencional) por meio de ensaio mecânico. Serão selecionados 10 instrumentos (n=10) de cada sistema, totalizando 40 instrumentos, para serem submetidos aos ensaios mecânicos descritos adiante de acordo com a especificação ISO 3630-1 (International Organization for Standardization, 1992). Os ensaios de fadiga serão realizados em um dispositivo de bancada de acordo com Bahia e Buono (2005), os quais permitem a livre rotação dos instrumentos em um canal artificial curvo, simulando a condição geométrica limite da instrumentação na prática clínica, considerando apenas os esforços de flexão na região de curvatura máxima. O canal artificial será formado por uma peça de aço ferramenta ABNT H13, usinada na forma de um arco cuja curvatura se ajusta a um cilindro guia, feito do mesmo material, com raio de 5 mm. A geometria do canal artificial, caracterizada por seu ângulo e raio de curvatura de 45o e 5 mm, respectivamente, será escolhida com base em valores médios destes parâmetros obtidos na literatura. O posicionamento dos instrumentos no canal artificial, de forma a definir o ponto de curvatura máxima em torno de 3 mm da ponta. A medida da distância dessa região em relação à ponta do instrumento, será realizada em um projetor de perfis. Desta maneira, 10 instrumentos de cada grupo, serão ensaiados até a ruptura na bancada de fadiga, para se estabelecer o número médio de ciclos até a fratura (NCF) que cada instrumento pode realizar. Para o estudo da comparação entre o tempo e os grupos experimentais será aplicada a análise de variância (ANOVA), seguidos pelo teste de Tukey para comparações múltiplas entre eles, sendo adotado 0,05 como nível de significância. (AU)