| Processo: | 17/01116-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Roberto Gomes Camacho |
| Beneficiário: | Monielly Cristina Saverio Serafim |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Gramática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aposição com de | Aposição restritiva | Gramática discursivo-funcional | Sintaxe funcional |
Resumo As aposições têm sido objeto de um grande número de pesquisas e ainda assim não há consenso entre os linguistas sobre o tema, especialmente no que diz respeito à correferencialidade dos itens e a relação sintática estabelecida entre eles. Este projeto debruça-se sobre as aposições restritivas sem conector (O escritor Machado de Assis) e aposições restritivas com de (A cidade de São Paulo), construções que, no arcabouço teórico da Gramática Discursivo-Funcional (HENGEVELD; MACKENZIE, 2008), representam, no Nível Interpessoal um Subato Referencial e, no Nível Representacional, uma única entidade representada por dois elementos, com diferenças formais de constituição na codificação Morfossintática. O projeto tem como objetivo geral confirmar ou não a hipótese de que o comportamento pragmático e semântico desse tipo de aposição tem reflexos no comportamento morfossintático, para chegar, mais especificamente, a uma classificação adequada e funcionalmente pertinente dos dois tipos de aposições em termos da codificação morfossintática e da definição de nuclearidade, além de identificar as funções discursivas possíveis que essas aposições exercem. Para tanto, a metodologia de análise considerará não só fatores pragmáticos e semânticos, mas também a constituição morfossintática das construções, agregando, além disso, um conjunto de critérios pragmáticos, semânticos e morfossintáticos para definir a nuclearidade, na condição de que quanto mais critérios se aplicarem a um caso, tanto mais prototípico é o núcleo (KEIZER, 2007). (AU) | |
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