| Processo: | 17/10957-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo |
| Pesquisador responsável: | Ana Lucia Duarte Lanna |
| Beneficiário: | Leandro Leão Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Arquitetura moderna Artes Arte moderna Identidade nacional Arquitetos Brasília (DF) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | arquitetura moderna | arte moderna | Brasília | Oscar Niemeyer | Palácio Itamaraty | Síntese das artes | História e Crítica da Arquitetura |
Resumo A construção de Brasília aponta para questões de formações da identidade nacional moderna brasileira, sobretudo nas áreas da arte e da arquitetura. Esta pesquisa parte da formulação da nova capital em uma perspectiva ampliada: além da sua implantação urbana e edificada, há também o projeto de nação então pretendido. A relação entre arte e arquitetura, a chamada síntese das artes, será uma das características da arquitetura moderna brasileira, como elemento de projeto -materializado em paineis, murais e esculturas -, mas também como forma de legitimação da arquitetura nacional, em um campo ampliado até mesmo internacionalmente. É predominante uma ideia de integração entre esses campos a partir de uma raiz homogênea, não apenas estética, discursiva e poética, mas como parte de um mesmo circuito profissional.É em contraposição a essa pretendida síntese das artes ancorada em uma raiz homogênea que surge o objeto desta pequisa, o Palácio Itamaraty, em Brasília, compreendendo edifício, jardins e obras de arte. As obras de integração arquitetônica na atual sede do Ministério das Relações Exteriores representam, nesse contexto, um conjunto interessante e singular. Concebidas em um intervalo de anos praticamente idêntico (1965-1969), provêm de artistas de diferentes gerações e relacionados a grupos distintos, tais como, por exemplo: Bruno Giorgi, Mary Vieira, Franz Weissmann, Roberto Burle Marx, Alfredo Volpi, Athos Bulcão e Sérgio Camargo. Será a partir desse objeto que esta pesquisa debaterá a síntese das artes - em suas tensões, seus conflitos de discurso e suas disputas profissionais - e as relações distintas com as vanguardas europeias, questionando assim a ideia quase hegemônica de um moderno brasileiro único, além da fronteira entre a síntese das artes e a formulação do espaço museográfico moderno. | |
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