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Reflexo do estabelecimento precoce da higiene bucal em bebês edêntulos e microbiota cariogênica

Processo: 15/25660-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontopediatria
Pesquisador responsável:Thaís Parisotto Ulmer
Beneficiário:Tainá Aparecida de Oliveira
Instituição-sede: Universidade São Francisco (USF). Campus Bragança Paulista. Bragança Paulista , SP, Brasil
Assunto(s):Odontologia preventiva   Higiene bucal   Diagnóstico bucal   Cárie dentária   Bebês

Resumo

A Odontopediatria tem se voltado cada vez mais para a prevenção, considerando-se os desafios encontrados durante os procedimentos odontológicos curativos na infância, aos custos que eles representam para a saúde pública e ao impacto direto da cárie dentária na qualidade de vida infantil. O objetivo do presente projeto será avaliar se a higienização da cavidade bucal de bebês edêntulos interfere na colonização dos micro-organismos patogênicos (Estreptococos grupo mutans, Lactobacilos e Candida spp) e na adaptação do bebê a manipulação da cavidade bucal. Clínicos gerais e Odontopediatras de Bragança Paulista-SP serão convidados a responder a um questionário sobre promoção de saúde bucal na infância. Além disso, 24 bebês de creches públicas desse município, de 4-10 meses de idade e edêntulos terão sua cavidade bucal examinada e serão divididos em 2 grupos: Grupo experimental (n=12) - bebês que terão a cavidade bucal higienizada (gaze + água filtrada) uma vez ao dia em casa por seus pais, assim como na creche; e Grupo controle (n=12) - bebês que não terão sua cavidade bucal higienizada nem em casa, nem na creche. Amostras bucais serão coletadas para a análise de micro-organismos patogênicos, que serão enumerados por cultivo em meios específicos em dois momentos: T0 - avaliação inicial da cavidade bucal e T1 - após 30 dias da higienização, ou não, da cavidade bucal. A expressão facial dos bebês durante o exame bucal no T0 e no T1 será avaliada por escala validada. Os bebês serão acompanhados mensalmente até a detecção da erupção completa do primeiro dente. Nesse momento, a metodologia acima será reaplicada. Os dados serão avaliados por estatística descritiva, teste-t e regressão logística (±=5%). Os resultados obtidos irão guiar a implementação de estratégias preventivas que favoreçam boas condições de saúde bucal na infância. (AU)

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