| Processo: | 17/13883-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 13 de março de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Marco Antonio Alvarenga |
| Beneficiário: | Lorenzo Garrido Teixeira Martini Segabinazzi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/05017-5 - Expressão endometrial de interleucinas inflamatórias e proteomica do fluido endometrial de éguas susceptíveis a endometrite persistente pós-cobertura tratadas com plasma rico em plaquetas, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Plasma rico em plaquetas Endometrite Inflamação Imunomodulação Éguas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | égua | endometrite | Imunomodulação | Inflamação | plasma rico em plaquetas | Fisiopatologia e biotécnologia da reprodução equina |
Resumo No mercado do cavalo a progênie de animais comprovadamente produtores de campeões é mais valorizada, no entanto isso geralmente acontece quando as éguas já possuem idade avançada e progênie comprovada nas pistas. Isso estimula que estes animais, mesmo com baixos índices reprodutivos, continuem em programas reprodutivos. Nesse contexto a endometrite persistente pós-cobertura (EPPC) tem impactos importantes, sendo considerada a terceira enfermidade que mais acomete equinos e a principal causa de subfertilidade nessa espécie. Estudos utilizando drogas imunomoduladoras têm demonstrado bons resultados na redução do processo inflamatório, assim como no aumento da fertilidade desses animais. Mais recentemente, o uso de PRP se mostrou benéfico no tratamento de EPPC, aumentando os índices de concepção. O PRP já é largamente utilizado em medicina veterinária, no tratamento das mais diversas afecções, principalmente lesões tendíneas, osteoarticulares, ligamentares e cutâneas, por apresentar ação mitogênica, quimiotática, neovascular e anti-inflamatória. Nesse contexto o presente estudo tem por objetivo avaliar a expressão de interleucinas inflamatórias pelo endométrio de éguas tratadas com PRP, assim como a proteômica do fluido endometrial desses animais. Em trabalhos realizados em nosso laboratório, já foi observado que o PRP é benéfico no tratamento de éguas susceptíveis a EPPC, reduzindo o processo inflamatório uterino, com redução no número de neutrófilos e diminuição da expressão de COX-2 no endométrio dessas éguas, melhorando também os índices de concepção desses animais. Entretanto, mais estudos sobre o uso do PRP no tratamento de éguas susceptíveis a EPPC se fazem necessários, para o real conhecimento do modo de ação deste agente no processo inflamatório endometrial. | |
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