| Processo: | 17/19193-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Renata Fonseca Vianna Lopez |
| Beneficiário: | Bianca Aparecida Martin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/22451-7 - Sistemas de liberação sustentada e direcionada de fármacos para o tecido epitelial, AP.TEM |
| Assunto(s): | Tecnologia farmacêutica Dermatite atópica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anti-inflamatorio | cera de abelha | Cold Cream | dermatite atópica | Tratamento tópico | Tecnologia Farmacêutica |
Resumo Dermatite atópica (DA) ou eczema atópico é uma doença de inflamação crônica da pele associada a atopia com evolução em surtos. Os sintomas mais comuns são o prurido intenso em determinados locais da pele e lesões eczematosas com evolução cíclica em períodos de piora e melhora. A ausência de um tratamento seguro e eficaz, levando em consideração o caráter de cronicidade da DA, ressalta a importância de novas alternativas terapêuticas. Neste sentido, a aplicação tópica de creme base, ou seja, creme não adicionado de fármacos tem merecido destaque, pois é possível melhorar o curso da doença com menor emprego dos corticosteroides, o que minimiza os potenciais efeitos adversos. O Cold Cream, uma das preparações farmacêuticas dermatológicas mais antigas, tem sido empregado com sucesso na prática clínica para DA, no entanto, há poucos relatos na literatura científica. Melhora significativa das lesões eritematosas, com diminuição da profundidade do suco da lesão e aumento da hidratação da pele, tem sido verificado em pacientes em uso desta emulsão quando comparado aos não tratados. A Farmácia Ensino da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo avia, desde 1979, o Cold Cream para pacientes com DA. Há aproximadamente dois anos a formulação oficinal, originariamente distribuída, foi modificada com o intuito de aumentar sua vida de prateleira. A nova formulação, denominada Cold Cream M., apresenta em sua composição agentes de consistência e estabilizantes, além de cera de abelha menos purificada e, portanto, composta por diferente mistura de ácidos e álcoois graxos. Com a distribuição do Cold Cream M. em substituição ao Cold Cream oficinal houve um acréscimo da demanda de produção, havendo relatos, por parte dos pacientes, de melhora significativa dos sinais e sintomas característicos da doença. As hipóteses elencadas para explicar a melhora da DA estão relacionadas ao aperfeiçoamento das características mecânicas, de textura e reológicas do creme, resultando em maior aceitação pelo paciente; maior reposição do conteúdo graxo do estrato córneo, com aumento das propriedades de barreira da pele e; influência da própolis, que pode estar presente na cera de abelha menos processada interferindo na resposta anti-inflamatória, antioxidante e antimicrobiana. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo preparar e caracterizar três formulações de Cold Cream, a oficinal, a Cold Cream M. e a Cold Cream M. adicionada de própolis, e investigar sua influência na resposta inflamatória e aparência das lesões in vivo. (AU) | |
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