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Efeitos integrados da aplicação de K e na no crescimento inicial de mudas de eucalipto submetidas ao estresse hídrico: eficiência do uso da água, trocas gasosas e variação isotópica de ´13C

Processo: 17/24410-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:José Lavres Junior
Beneficiário:Nikolas de Souza Mateus
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Nutrição vegetal   Poliaminas

Resumo

No Brasil, a aplicação de fertilizantes é um dos principais fatores para alcançar alta produtividade em plantações comerciais de Eucalyptus, realizadas frequentemente em solos com estresse hídrico e baixa fertilidade química. O potássio (K) é o macronutriente mais exigido pela planta de Eucalyptus, enquanto o sódio (Na) pode substituir parcialmente algumas funções fisiológicas do K, influenciando diretamente a eficiência do uso da água (EUA) das plantas. Com isso, o presente estudo objetiva avaliar, em casa de vegetação, a resposta de quatro clones de eucalipto contrastantes quanto a tolerância ao estresse hídrico à substituição parcial de K por Na em diferentes regimes hídricos. Serão avaliados o crescimento das plantas, o conteúdo de nutrientes, as trocas gasosas (A - taxa de assimilação de CO2, gs - condutância estomática, E - transpiração e A/Ci - eficiência de carboxilação da RUBISCO), a EUA, o conteúdo de clorofila e poliaminas, a eficiência de absorção, utilização e translocação de K e Na, a densidade estomática (DE), o potencial hídrico foliar (¨w), a área foliar (AF), o fracionamento isotópico de carbono (´13C). Espera-se que os diferentes clones respondam positivamente à substituição parcial de K por Na, com aumento na eficiência de assimilação de CO2 e no crescimento inicial do eucalipto e que os clones tolerantes ao déficit hídrico tenham menor redução no crescimento comparado aos sensíveis, bem como maior eficiência de absorção e utilização dos nutrientes. (AU)

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