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Avaliação do torque flexor e extensor do joelho em portadores de diabetes mellitus do tipo 2 com e sem neuropatia: possíveis alterações na razão Isquiotibiais/Quadríceps (I/Q)

Processo: 18/14610-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Tania de Fatima Salvini
Beneficiário:Afonso Henrique Aguilar Santune
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Diabetes mellitus tipo 2   Neuropatias diabéticas   Atividade física   Músculos isquiotibiais   Músculo quadríceps   Dinamômetro de força muscular   Plasticidade muscular   Torque   Antropometria

Resumo

A atividade física é muito recomendada para indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) com e sem neuropatia diabética periférica (NDP) por melhorar o controle glicêmico e prevenir doenças cardiovasculares. Porém, estes indivíduos apresentam diminuição do torque concêntrico e uma manutenção do excêntrico do joelho, predispondo à instabilidade articular e lesões associadas a prática de atividade física. Estudar a razão I/Q (isquiotibiais/quadríceps) do joelho pode contribuir para o monitoramento e controle do risco de lesões nessa população. Objetivo: analisar a razão I/Q convencional e funcional em indivíduos DM2 com e sem (NDP), em relação a um grupo controle. Hipóteses: A razão I/Q convencional será similar entre os três grupos (DM2, NDP e controle); a razão I/Q funcional para extensão estará diminuída e a funcional para flexão aumentada em indivíduos DM2 com e sem NDP, em relação aos controles. Métodos: As razões I/Q convencional e funcional serão calculadas utilizando picos de torque concêntrico e excêntrico de flexão e extensão do joelho, avaliados bilateralmente com um Dinamômetro Isocinético. Para comparar os três grupos em relação as razões I/Q de ambos os lados (dominante e não dominante) será utilizado uma análise de variância (ANOVA) de dois fatores com post hoc. Também será utilizado o teste ANOVA de um fator com post hoc para comparar os grupos em relação as características clínicas e antropométricas. O nível de significância adotado será de 5%. Antes das análises será testada a homogeneidade da variância e a normalidade na distribuição dos dados com os testes de Levene e Kolmogorov-Smirnov. Caso não atenda os pressupostos, serão utilizados testes não paramétricos.

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