| Processo: | 17/23746-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Ana Cláudia Mattiello-Sverzut |
| Beneficiário: | Mariane Lopes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuropediatria Disrafismo espinal Mobilidade Exercício físico Estratégias terapêuticas Crianças e adolescentes Comparação transcultural |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | espinha bífida | Mobilidade | Omni | percepção de esforço | Neuropediatria |
Resumo Na espinha bífida (EB), ao longo da infância, as alterações sensoriais e motoras abaixo do nível da lesão influenciam negativamente o desempenho de atividades físicas diárias. Ferramentas que avaliem a mobilidade funcional e a intensidade do exercício físico podem auxiliar os profissionais da área da saúde a adotar estratégias terapêuticas que incentivem o incremento do nível de atividade física deste grupo. Como não existem ferramentas traduzidas e confiáveis disponíveis no idioma português brasileiro para avaliação destas variáveis em crianças e adolescentes, esse estudo objetiva realizar a adaptação transcultural para o português brasileiro, teste da versão pré-final (validade de face) e confiabilidade das Escalas Mobilidade Funcional (FMS) e Percepção de Esforço OMNI para crianças e adolescentes com EB. Além de avaliar a validade do construto da escala OMNI. A adaptação transcultural seguirá as etapas: tradução inicial para o português brasileiro, síntese de tradução, retro-tradução, comitê de especialistas e teste de versão pré-final. A versão pré-final da FMS será avaliada em 20 pacientes com EB, admitidos no Centro de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (CER-HC-FMRP-USP) e seus respectivos cuidadores, e a avalição da OMNI em 15 voluntários típicos, 5 com paralisia cerebral e 10 com EB, acompanhados no Centro de Esportes da prefeitura municipal de Ribeirão Preto (RP), Centro Integrado de Reabilitação do Hospital Estadual-RP e CER-HCFMRP-USP. Cinquenta voluntários (30 típicos e 20 com EB), comporão a avaliação da confiabilidade das escalas e da validade do construto da escala OMNI. Será realizada análise descritiva (média-DP) e interferencial dos dados utilizando-se o Coeficiente de Correlação Intraclasse para averiguar a confiabilidade das escalas e o coeficiente de correlação de Spearman para averiguar a validade de construto da escala OMNI. Será considerado significativo ±<5%. | |
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