| Processo: | 18/11071-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Frank Nelson Crespilho |
| Beneficiário: | Isabela Alteia Mattioli |
| Instituição Sede: | Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Eletroanalítica Eletrodos quimicamente modificados Nanopartículas metálicas Grafite Poliuretanos Voltametria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biosensors | Graphene field effect transistors | 2D electrodes | Eletroquímica e Eletroanalitica |
Resumo Neste trabalho, propõe-se dar continuidade ao desenvolvimento de eletrodos compósitos à base de grafite e resina poliuretana. Esta proposta contribuirá na linha de pesquisa voltada à preparação deste material na forma de eletrodos impressos descartáveis, modificados com nanopartículas metálicas. As principais vantagens quanto do uso do compósito à base de grafite e poliuretana em relação à outros materiais eletródicos convencionais são: baixo custo, fácil usinagem e alta hidrofobicidade. Além disso, a possiblidade da produção de eletrodos de trabalho, referência e contra-eletrodo em um único dispositivo por meio de impressão, torna esta tecnologia bastante atrativa. Inicialmente, serão estudadas diferentes proporções entre grafite e nanopartículas metálicas (em especial, Fe3O4-NPs e AuNPs) e resina poliuretana. Em um segundo momento, pretende-se avaliar o desenvolvimento de um eletrodo impresso descartável baseado apenas em nanopartículas metálicas e resina poliuretana, utilizando-se AuNPs ou outras nanopartículas metálicas. É importante ressaltar que poucos grupos de pesquisa se ocupam destes desenvolvimentos no Brasil e o grupo LATEQS é o único que prepara eletrodos compósitos impressos à base de grafite e poliuretana. Uma vez preparados os eletrodos, a etapa seguinte será avaliar o desempenho dos mesmos em técnicas eletroanalíticas, como voltametria cíclica (CV), voltametria de pulso diferencial (DPV) e/ou voltametria de onda quadrada (SWV). Para isso, os sensores desenvolvidos serão testados nestas técnicas buscando-se parâmetros instrumentais adequados, na presença de sondas eletroquímicas e, finalmente, na determinação de analitos de interesse farmacêutico, biológico e ambiental. A principal contribuição deste projeto é o desenvolvimento de novas tintas para eletrodos impressos, que poderão ser submetidas à proteção intelectual, a exemplo do que já ocorreu com as tintas à base de grafite. (AU) | |
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