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Treino do movimento escapular x exercícios convencionais em indivíduos com dor no ombro: ensaio clínico aleatorizado

Processo: 18/04911-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Paula Rezende Camargo
Beneficiário:Danilo Harudy Kamonseki
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/07689-0 - Melhora da saúde do ombro de pessoas com lesão medular utilizando uma cadeira de rodas ergonômica, BE.EP.DR
Assunto(s):Exercício físico   Dor   Articulação do ombro   Escápula   Reabilitação   Movimento

Resumo

As intervenções direcionadas à escápula são frequentemente utilizadas no tratamento de indivíduos com dor no ombro. No entanto, a contribuição das alterações do movimento escapular para os sintomas desses indivíduos não são considerados pela maioria dos estudos. Objetivos: Comparar os efeitos do treino do movimento escapular com exercícios convencionais em indivíduos com dor no ombro. Métodos: Este estudo é um ensaio clínico controlado, aleatorizado e cego. Participarão 64 indivíduos com dor no ombro, discinese escapular e teste de assistência escapular positivo que serão distribuídos entre os grupos 1) treino do movimento escapular e 2) exercícios convencionais. O grupo 1 receberá orientações sobre o posicionamento e movimento escapular adequados, e será treinado para modificar o padrão de movimento escapular. O grupo 2 realizará exercícios de alongamento e de fortalecimento dos músculoses capulotorácicos. A intervenção terá duração de 8 semanas e frequência semanal de dois dias em ambos os grupos. A cinemática escapular, atividade eletromiográfica dos músculos trapézio superior, médio e inferior, e serrátil anterior, dor, função e comportamento de medo e evitação serão avaliados antes e após o período de 8 semanas de intervenção. A dor, função e comportamentos de medo e evitação também serão avaliados 4 semanas após o tratamento. A distribuição dos dados será verificada pelo Teste de Shapiro-Wilk. As diferenças entre os grupos serão verificadas utilizando os modelos lineares mistos com os termos de interação versus tempo. O tamanho de efeito será calculado para as variáveis entre os grupos (Cohen's d). O nível de significância será de 5%. (AU)