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Novos fósseis de uma região subexplorada da Formação Adamantina (Grupo Bauru, Cretáceo Superior) em Auriflama - SP: implicações evolutivas e paleoecológicas

Processo: 18/13118-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Felipe Chinaglia Montefeltro
Beneficiário:Rodrigo Castilho Freitas
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/03825-3 - A origem e irradiação dos dinossauros no Gondwana (Neotriássico - Eojurássico), AP.TEM
Assunto(s):Paleoecologia   Cretáceo   Fósseis vertebrados   Revisão taxonômica

Resumo

O presente projeto propõe o estudo de fósseis provenientes de um novo afloramento identificado no munícipio de Auriflama - SP, atribuído a Formação Adamantina, subunidade mais extensa do Grupo Bauru (Bacia Bauru, Cretáceo Superior). A Formação Adamantina é um dos depósitos mais relevantes para o Cretáceo Superior por apresentar abundância de registros fossilíferos, conciliada a uma ampla diversidade de táxons conhecidos. O afloramento em questão encontra-se em uma região entre os rios São José dos Dourados e Tietê e até o momento forneceu elementos desarticulados, fragmentados e vários materiais de pequenas proporções (microvertebrados). Os materiais de microvertebrados são de especial importância, pois mesmo com alto valor taxonômico, tem sido negligenciado em coletas nesta formação. Considerando os materiais já coletados, o afloramento aponta um ótimo prospecto para que outros táxons pouco conhecidos sejam coletados e a diversidade taxonômica seja expandida para a Formação Adamantina, e possivelmente para o Grupo Bauru. Os fósseis desta localidade serão preparados, identificados e comparados, reconhecendo-se as implicações paleontológicas destes. Dentre os materiais já coletados, alguns representam táxons comumente reportados para a Formação Adamantina, enquanto outros como Anura são escassos para o Grupo Bauru. Os fósseis serão identificados com base em informações da literatura, auxílio de especialistas e visita às coleções científicas e as implicações discutidas em diferentes escalas que abrangem do contexto regional ao Cretáceo Superior no mundo. Os resultados obtidos serão utilizados para a publicação de trabalhos em congressos, artigos em periódicos e divulgação científica.