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Desenvolvimento de material de suportes celulares (scaffolds) para aplicação em engenharia de tecidos à base de colágeno, sulfato de condroitina e nanotubos de carbono

Processo: 19/11998-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Pesquisador responsável:Vinicius Marchiori da Silva
Beneficiário:Alessandro Oliveira Silva
Empresa:Revolugenix Biotecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento Ltda
Vinculado ao auxílio:17/50413-0 - Desenvolvimento de material de suportes celulares (scaffolds) para aplicação em engenharia de tecidos a base de colágeno, sulfato de condroitina e nanotubos de carbono, AP.PIPE
Assunto(s):Engenharia tecidual   Tecidos suporte   Nanotubos de carbono   Células   Colágeno

Resumo

O crescimento do mercado de materiais correlatos para regeneração óssea e a possibilidade de criação de produtos que podem ser utilizados como substitutos ósseos ou como suportes para células em terapias celulares regenerativas, abrem uma janela de oportunidade para a empresa, que será aproveitada com a continuação deste projeto inovador. Neste projeto será testada a escalabilidade do material de suporte para células, à base de colágeno e sulfato de condroitína, desenvolvido na fase 1 do PIPE e também será testado novo aditivo nanotecnológico (nanotubos de Carbono). As principais dificuldades encontradas na fase I do PIPE foram contornadas: a melhoria do sistema de vácuo utilizado, a substituição do agente reticulante tóxico glutaraldeído e a customização do material colágeno para uso em área certificada. O que mais marcou todo o processo e nos impulsiona para a fase 2 é a integração com as empresas parceiras: a BMR Medical, a JBS Colágeno (antiga Novaprom) e a JBS Pharma. Todas as empresas têm as certificações necessárias para seguirmos em frente com a fabricação terceirizada após completar a pesquisa. Coube à Revolugenix fazer a ponte entre a JBS e a BMR, otimizando a matéria prima da primeira empresa para entrar em produção nas salas limpas certificadas da segunda empresa. Desta forma poderemos levar dos laboratórios à clínica a biomassa disponível, transformando colágeno alimentício em biomaterial de alto valor agregado.