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Desenvolvimento de biossensor colorimétrico para detecção de Zika e Dengue

Processo: 19/21497-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada
Pesquisador responsável:Valtencir Zucolotto
Beneficiário:Juliana Naomi Yamauti Costa
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Nanotecnologia   Vírus Zika   Dengue   Materiais nanoestruturados   Propriedades físico-químicas   Técnicas biossensoriais   Análise colorimétrica   Estudos epidemiológicos

Resumo

Zika e Dengue são doenças causadas por vírus da família Flaviviridae e transmitidas principalmente pelos mosquitos Aedes aegypti. Possuem alcance global e atingem, essencialmente, regiões tropicais e subtropicais. Apesar da existência de técnicas de detecção, como o teste imunoenzimático ELISA, elas apresentam alto custo e os resultados são demorados, inviabilizando o diagnóstico amplo no sistema público de saúde. A identificação do vírus é importante para a atualização dos dados epidemiológicos que permitem a avaliação da eficiência das medidas de combate aos vetores e, especialmente, para mulheres que desejam engravidar visto que a infecção por Zika pode causar a microcefalia nos bebês. Biossensores representam uma alternativa rápida e de baixo custo para a detecção de Dengue e Zika. Biossensores colorimétricos mostram vantagens como a rápida resposta, equipamentos simples e baixo nível de especialização para manuseio. Nanomateriais têm sido amplamente associados a biossensores devido suas propriedades ópticas e eletrônicas, melhorando seu desempenho. Dessa forma, este projeto visa desenvolver um biossensor colorimétrico, que consiste na associação de DNA a nanopartículas e nanorods de ouro, destacando sua inovação através da elaboração de um sistema híbrido. Os nanomateriais serão sintetizados e caracterizados por técnicas físico-químicas. Espera-se que o biossensor seja capaz de distinguir amostras de Zika e Dengue.