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Reconstrução do ligamento redondo com emprego de auto enxerto de tendão

Processo: 19/14711-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Sheila Canevese Rahal
Beneficiário:Rebeca Bastos Abibe
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Luxação em animal   Displasia coxo femural animal   Tendões   Autoenxertos   Ligamento redondo   Coelhos

Resumo

A despeito das diversas técnicas para correção da luxação coxofemoral em pequenos animais, o uso de enxerto de tendão, seja autólogo ou heterólogo, para reconstrução do ligamento redondo ainda é incipiente. Sendo assim, o estudo tem por objetivo a análise funcional da técnica de reconstrução do ligamento redondo com auto enxerto de tendão do músculo semitendinoso, tendo por base o modelo experimental em coelhos. Baseado em análise de valor amostral, serão utilizados 30 coelhos da raça Norfolk, que serão divididos em dois grupos experimentais após a ruptura do ligamento redondo da cabeça femoral direita: Grupo controle (G1, n = 15), os quais não terão o ligamento reconstruído; Grupo reconstrução (G2, n = 15) tendo então a reparação do ligamento realizada. O enxerto de tendão do músculo semitendinoso será colhido no membro pélvico esquerdo, correspondente a um terço do diâmetro. Será efetuado um orifício da base do trocânter maior, centralizando o colo femoral, e outro orifício no ponto de inserção do ligamento redondo na fossa acetabular. Com o suporte de um fio de aço como guia, após dobradura do tendão para maior resistência, o mesmo será levado em direção normógrada para a superfície articular. Em sua região acetabular será anexado uma trava em fio de Kirschner em laço e duas asas que servirá como ancoragem para o enxerto na região dorsal do acetábulo. A articulação será colocada em posição anatômica e o enxerto tracionado distalmente até o ponto máximo, sendo fixado com parafuso cortical no orifício do trocânter maior do fêmur. Os parâmetros avaliados serão locomoção, padrão radiográfico e ultrassonográfico articular, análise citológica do líquido sinovial e circunferência dos membros pélvicos aos 15 dias, 30 dias e 90 dias após o procedimento. (AU)