Busca avançada
Ano de início
Entree

Biocompatibilidade in vivo de hidrogel derivado de matriz extracelular de tendão equino

Processo: 20/05252-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Ana Liz Garcia Alves
Beneficiário:Thiago de Castilho e Lima
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Tendinite   Hidrogéis   Matriz extracelular   Tendões de animal   Equinos   Teste de biocompatibilidade   In vivo   Biópsia   Microscopia óptica   Imuno-histoquímica

Resumo

As tendinopatias representam grande parcela das lesões musculoesqueléticas em humanos e equinos. Os tratamentos empregados nessa enfermidade são pouco efetivos na produção de tecido cicatricial de qualidade similar ao anterior e na redução das taxas de recidivas. Novas terapias estão sendo testadas com o objetivo de alcançar melhores resultados como o uso de células tronco mesenquimais (CTM), bioinks utilizados na impressão 3D e arcabouço sintéticos e biológico. O hidrogel composto por matriz extracelular (MEC) de tendão é descrito como potencial arcabouço para regeneração e engenharia tecidual tendínea. Este permite manter as características estruturais e moleculares teciduais, auxiliando terapias com CTM na sua diferenciação e correta estruturação. Objetiva-se nesse estudo testar a biocompatibilidade do hidrogel de MEC de tendão equino produzido de acordo com o protocolo desenvolvido pelo Laboratório de Terapias Regenerativas da FMVZ Unesp, Botucatu-SP. Serão utilizados 12 equinos do rebanho da FMVZ, no qual serão divididos em 3 grupos. Cada grupo receberá uma aplicação de 3 mL de hidrogel no tecido subcutâneo do lado direito (tratado) e do lado esquerdo será injetado 3 mL de solução fisiológica (controle). Serão realizadas biópsias excisionais no local de injeção no 7º dia do primeiro grupo, 14º do segundo grupo e 56º dia do terceiro grupo após a aplicação. Serão realizadas avaliações termográficas e posteriormente as biópsias, análises das amostras em microscopia óptica coradas com hematoxilina e eosina, microscopia eletrônica de transmissão e imuno-histoquímica. Por fim, almejamos que estas analises suportem o posterior emprego desse novo biomaterial em casos e estudos clínicos, bem como produção de artigos científicos, patentes e agregar conhecimento a equipe de pesquisa FMVZ, Unesp e comunidade científica. (AU)