| Processo: | 20/00325-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 24 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Lucio Angnes |
| Beneficiário: | Diego Pessoa Rocha |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Eletroanalítica Materiais nanoestruturados Materiais termoplásticos Carbono Nanopartículas metálicas Técnicas biossensoriais Impressão tridimensional Eletrodos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biossensores melhorados | Biossensores não enzimáticos | eletroanalítica | Filamentos compósitos | impressão 3D | Manufatura Aditiva | Eletroanalítica |
Resumo Impressão 3D é a forma mais popular de Manufatura Aditiva (MA). Essa tecnologia admite a produção de objetos tridimensionais com as mais variadas aplicações em muitos campos, com destaque para a área química. Vários dispositivos eletroquímicos comercializados, tais como eletrodos impressos e principalmente células eletroquímicas, possuem custos relativamente elevados. Logo, a MA se mostra promissora, no ponto de vista econômico e científico, na construção de dispositivos eletroanalíticos melhorados. Para tal, a popularização das impressoras 3D permitiu que esses dispositivos passassem a ser impressos rapidamente a baixíssimos custos, requerendo apenas um desenho (projetado em software especializado), e de materiais poliméricos (termoplásticos). Além da MA possibilitar a criação de novos aparatos analíticos em configurações não disponíveis comercialmente, é possível imprimir eletrodos condutivos modificados com diferentes materiais utilizáveis para a análise de variados analitos. Nesse intuito, o presente projeto visa o desenvolvimento de filamentos modificados (compósitos) com materiais condutores de carbono (grafeno, carbon black e nanotubos de carbono) e nanopartículas metálicas (cobre, níquel e ouro), a partir de uma extrusora de filamentos, para a confecção de biossensores eletroquímicos não enzimáticos de baixo custo para a determinação seletiva de analitos de interesse biológico, dentre os quais glicose, ácido úrico e lactato em amostras biológicas. Na manufatura desses novos sensores serão avaliadas as melhores proporções entre os materiais modificadores e os termoplásticos, levando-se em consideração a resposta eletroquímica e a capacidade de impressão dos eletrodos. A caracterização dos filamentos modificados será feita através de técnicas como microscopia, Raman, infravermelho, espectroscopia de impedância eletroquímica, dentre outras. (AU) | |
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