| Processo: | 20/02537-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 29 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Pesquisador responsável: | Douglas Galante |
| Beneficiário: | Flávia Callefo |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/06114-6 - O Sistema Terra e a evolução da vida durante o Neoproterozoico, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/00900-0 - Exploração de caracteristicas morfológicas, estruturais e geoquímicas de microbialitos para definir novos parâmetros de biogenicidade, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Radiação síncrotron Projeto Sirius Paleontologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioassinaturas | biogenicidade | linha Carnaúba | Nanopaleontologia | síncrotron | Sirius | Paleontologia |
Resumo Rochas de idades arqueanas e proterozóicas podem fornecer importantes informações a respeito da origem e evolução da vida na Terra, bem como sobre as interações da biosfera nas esferas abióticas do planeta e vice-versa. Os registros de vida mais antigos da Terra muitas vezes têm sua biogenicidade questionada pela comunidade científica. Rochas como estas geralmente são exploradas com técnicas convencionais com limitações de resolução espacial e espectral, o que resulta na ambiguidade das bioassinaturas apresentadas e na permanência de questões não solucionadas a respeito da origem, evolução e interação da vida no planeta. A possibilidade do uso de técnicas de resolução nanométrica, com multi contrastes e de alta sensibilidade ofertadas nos síncrotron de terceira e quarta gerações podem trazer luz aos problemas relativos à biogenicidade e abrir caminho para um novo campo de pesquisa, a Nanopaleontologia. O objetivo desta pesquisa é a exploração deste novo campo para a proposição de novos critérios de biogenicidade de rochas. Para isto, será utilizada uma abordagem multi técnica e multi escala em estações experimentais de micro e nano foco baseadas em luz síncrotron, especialmente nas linhas microXAS e c-SAXS, na fonte de luz síncrotron suiça, e na linha Carnaúba, na nova fonte de luz síncrotron brasileira, o Sirius. Dentro dos desafios a serem contemplados estão a avaliação da biogenicidade de rochas de 3,7 bilhões de anos que podem constituir dos indícios de vida mais antigos já encontrados na Terra; avaliar riscos de danos às amostras por incidência de radiação de alto brilho e encontrar meios para mitigá-los; e participar no comissionamento da linha Carnaúba, com o potencial de tornar a linha uma referência para estudos em Nanopaleontologia e Paleometria. | |
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