| Processo: | 20/16347-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | João Luiz Brisotti |
| Beneficiário: | Giovanna Nato Fiorotto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências da Saúde de Barretos Dr Paulo Prata (FACISB). Barretos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Gastroenterologia Refluxo gastroesofágico Esofagite Qualidade de vida Endoscopia do sistema digestório Histopatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | esofagite | Pirose | Qualidade De Vida | Refluxo gastroesofágico | Regurgitação | Gastroenterologia |
Resumo O refluxo gastroesofágico (RGE) é definido como o retorno passivo espontâneo do conteúdo gástrico para o esôfago, independentemente de sua etiologia. Quando não está associado a doenças ou complicações, é denominado RGE fisiológico. No entanto quando associado a sinais e sintomas caracteriza-se a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) que é uma das afecções mais frequentes na prática médica, sendo a afecção orgânica mais comum do tubo digestivo, definida como uma afecção crônica decorrente do fluxo retrógrado do conteúdo gastroduodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes, acarretando um espectro variável de sintomas e/ou sinais esofagianos e/ou extra-esofagianos, associados ou não a lesões teciduais. Esta enfermidade pode prejudicar consideravelmente a qualidade de vida do paciente e interferir em seus hábitos de vida. O método diagnóstico de primeira escolha na suspeita de DRGE é a endoscopia digestiva alta (EDA), que permite a avaliação macroscópica da mucosa esofágica e a coleta de material para estudo histopatológico, além de avaliar a presença e o grau de esofagite (é considerado um dos melhores métodos para tal diagnóstico). Saliente-se que existe esofagite endoscópica em cerca de 50% dos pacientes com DRGE, com predomínio de manifestações típicas (pirose e regurgitação) e em apenas 15% a 20% daqueles com predomínio de manifestações atípicas. Portanto, a ausência de esofagite ao estudo endoscópico não exclui o diagnóstico da DRGE. Com base nestes dados, este estudo tem o objetivo de analisar as repercussões individuais desta enfermidade na qualidade de vida dos pacientes considerando a intensidade das manifestações endoscópicas e anatomo-patológicas. | |
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