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Macrófagos M1 e M2 em correlação com a infecção pelo Papilomavírus humano no Carcinoma espinocelular oral e orofaríngeo

Processo: 21/04866-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Jorge Esquiche León
Beneficiário:Marina Correia Cassiani
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia bucal   Carcinoma de células escamosas   Infecções por Papillomavirus   Transformação celular neoplásica   Boca   Orofaringe   Macrófagos   Imuno-histoquímica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Carcinoma Espínocelular | cavidade oral | Imunoistoquímica | macrofagos M1 M2 | orofaringe | papilomavírus humano | Patologia e Medicina Oral

Resumo

A etiologia do carcinoma espinocelular (CEC) de cabeça e pescoço (CECCP) é multifatorial; porém, o CEC oral (CECO) está intimamente relacionado com consumo do tabaco e álcool, enquanto o CEC orofaríngeo (CECorof) mostra frequente associação com infecção pelo papilomavírus humano (HPV) e melhor prognóstico que o CECO. O microambiente imune no CECCP mostra um perfil imunossupressor. Dentre essas células imunes, os macrófagos associados ao tumor (MATs) parecem ter um papel fundamental na tumorigênese e são classificadas como M1 (com funções pró-inflamatória e anti-tumoral) e M2 (com propriedades anti-inflamatória, pró angiogênica e pró-tumoral). Vários estudos têm mostrado que os MATs exibem um fenótipo M2 no CECO e CECorof. No entanto, não se sabe se o perfil de MATs é influenciado pela presença ou ausência do HPV nesses tumores. Diante do exposto, o objetivo do presente estudo será analisar, por imunoistoquímica, macrófagos M1 (CD68+/CD163-) e M2 (CD68+/CD163+) no CECO (n=20; sendo 10 HPV+ e 10 HPV-) e CECorof (n=20, sendo 10 HPV+ e 10 HPV-). Nossos resultados visam contribuir com a elucidação da patogênese do CECO e CECorof, e determinar se diferenças na infiltração de subpopulações de MATs, em correlação com a oncogênese viral (HPV), podem explicar o comportamento biológico destes tumores.

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