| Processo: | 21/03013-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 15 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Educação |
| Pesquisador responsável: | Carolina de Roig Catini |
| Beneficiário: | Ian Gabriel Couto Schlindwein |
| Instituição Sede: | Faculdade de Educação (FE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/06694-6 - Educação popular chilena no final do século: memórias e histórias da transição democrática na década de 1990, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Brasil Chile Ditadura Educação popular Memória Neoliberalismo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brasil | Chile | Ditadura | Educação Popular | memória | neoliberalismo | Educação Popular |
Resumo A proposta da presente pesquisa de doutorado é investigar os impactos das políticas hegemônicas neoliberais da década de 1990 na memória de lutas contra hegemônicas ligadas a movimentos sociais e processos revolucionários alicerçados por práticas de educação popular incorporadas por um sentido emancipatório, que se desenrolaram desde as décadas passadas em diversos pontos da América Latina. O objetivo é não apenas identificar e analisar a presença da rememoração em tais processos, mas também as formas de conversão e assimilação das lutas e práticas de educação popular pelos dispositivos de gestão neoliberais. Assim, a metodologia se sustentará em um estudo comparativo entre dois casos paradigmáticos dentro do contexto sul-americano: o brasileiro e o chileno, por meio de exame de bibliografia em conjunto com a realização de entrevistas com militantes desses movimentos em ambos os países. Enquanto a gênese do neoliberalismo no Brasil se deu na "redemocratização", especialmente na última década do século XX, o Chile é tido como laboratório do neoliberalismo, onde os experimentos de renovação do liberalismo se desenvolveram associadas ao Estado autoritário durante a ditadura pinochetista. O exame crítico das formas de espoliação da memória é uma chave para a compreensão do lugar da educação popular numa década de cruciais transformações, com legados herdados de ditaduras e democracias. | |
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