| Processo: | 21/12218-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 26 de agosto de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 16 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Teoria Econômica |
| Pesquisador responsável: | David Dequech Filho |
| Beneficiário: | David Dequech Filho |
| Pesquisador Anfitrião: | Jack Knight |
| Instituição Sede: | Instituto de Economia (IE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Duke University, Estados Unidos |
| Assunto(s): | Economia institucional Instituições Motivação Preferências |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Economia Institucional | Ética e Economia | instituições | moralidade e economia | Motivação | Preferências | Economia institucional |
Resumo A pesquisa é parte de uma tentativa de contribuir à teoria das interações entre instituições e o comportamento e o pensamento dos agentes econômicos. Mais especificamente, ela tem dois objetivos principais. O primeiro é investigar a influência motivacional das instituições sobre os indivíduos. Tal influência é dividida em duas: a) a influência incentivadora consiste em dar incentivos aos agentes; b) a influência motivacional profunda se dá sobre os objetivos que os agentes perseguem, as obrigações que eles se atribuem e os valores que eles defendem. É discutida a possibilidade da influência incentivadora transformar-se em profunda. São examinados também diversos aspectos da interação entre a influência motivacional e a influência cognitiva das instituições. O segundo objetivo é analisar a relação entre influência motivacional e preferências. Depois de diferenciadas algumas noções de preferência e discutida a separação entre preferências e incentivos institucionais como restrições fracas, é argumentado que a proposição de que as instituições influenciam as preferências pode não corresponder à proposição de que as instituições têm uma influência motivacional profunda. Para isso, são considerados três aspectos da relação entre preferências e motivações profundas: a) na versão "como se" da hipótese de maximização de utilidade, as preferências não precisam ser motivações verdadeiras; b) é importante distinguir obrigações fortes e fracas, pois obrigações que não são objeto de escolha e trade-off não são adequadamente representadas como preferências; c) alguns comportamentos que são manifestações de hábitos não envolvem escolha e alguns hábitos podem originar-se sem escolha. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |