| Processo: | 21/14392-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia |
| Pesquisador responsável: | Artionka Manuela Goes Capiberibe |
| Beneficiário: | Chryslen Mayra Barbosa Gonçalves |
| Supervisor: | Juliane Muller |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universitat de Barcelona (UB), Espanha |
| Vinculado à bolsa: | 19/23261-0 - Pase nomás, mamita: um estudo sobre a economia popular Aymara das Caseras de Villa Adela, BP.DR |
| Assunto(s): | Antropologia econômica Economia Etnografia Consumo Consumo de alimentos Bolívia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aymara | Bolivia | Caseras | Economia Popular | Antropologia Econômica |
Resumo O objetivo desta proposta de Estágio e Pesquisa no Exterior na Universidade de Barcelona (Espanha) supervisionada pela Dra. Juliane Müller é avançar nas discussões do meu trabalho de doutorado junto à Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, Brasil), uma etnografia sobre as práticas da economia popular das caseras aymaras de Villa Adela. O trabalho de campo, realizado entre novembro de 2019 e dezembro de 2021, envolveu-me nas relações de produção, circulação e consumo de produtos alimentares, especialmente por meio da economia de churros da família Aymara Chambi. A partir daí, pude conhecer e praticar algumas formas econômicas aymaras, e compreender elementos culturais de reciprocidade e confiança na produção dessa economia popular como a yapa, o ayni, a iraqa e o cariño. Por meio dos trabalhos de Nico Tassi (2013) e Juliane Müller (2015; 2018; 2020) sobre a economia popular em La Paz, foi possível acessar alguns debates sobre economias populares na América Latina e sobre esses atores antes marginalizados, que conseguiram se estabelecer como atores econômicos e formar economias em seus próprios termos, rompendo as fronteiras nacionais. Da mesma forma, algumas referências a estudos andinos (ALBÓ, 1987; ARNOLD e SPEDDING, 2008; BARRAGÁN e SOLÍZ, 2008) e parentesco (ARNOLD [ed], 2014; CARSTEN, 1995, 2004) lançam luz sobre a economia das caseras, uma vez que o processo de produção e circulação ocorre entre membros de famílias aymaras andinas. Portanto, proponho uma interlocução com a Dra. Juliane Müller e com os Grupos de Estudos do Departamento de Antropologia Social da Universidade de Barcelona, como uma contribuição para a presente proposta de pesquisa de doutorado. (AU) | |
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