| Processo: | 22/15121-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional |
| Acordo de Cooperação: | Trans-Atlantic Platform for the Social Sciences and Humanities |
| Pesquisador responsável: | Sandra Irene Momm Schult |
| Beneficiário: | Bruna Brauer Braga |
| Instituição Sede: | Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/07554-8 - Impacto da COVID-19 no modo de vida, mobilidade e acessibilidade dos grupos marginalizados (ICOLMA), AP.R |
| Assunto(s): | Mobilidade urbana Estudo comparativo Marginalidade social Inclusão Acessibilidade Modo de vida COVID-19 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acessibilidade | estudo comparativo | Inclusão | Marginalidade social | mobilidade urbana | modo de vida | mobilidade urbana |
Resumo A mobilidade é mais do que movimento. Ela determina o sustento das pessoas nas cidades - como elas têm acesso a vários serviços e oportunidades sociais e econômicas necessárias. O surto da pandemia COVID19 mostrou a grande dependência da mobilidade como meio de acesso a locais de subsistência, mas a pandemia também mostrou opções para uma maior resiliência na forma de acesso virtual. Enquanto a acessibilidade é tradicionalmente entendida como consistindo em quatro componentes inter-relacionados ligados a características individuais, características espaciais, características do modo de transporte, bem como características temporais de modo e disponibilidade de atividade, durante a pandemia e além, um quinto componente do acesso virtual está ganhando terreno. Esta na inter-relação e na complementaridade destas cinco dimensões que reside a resiliência, mas para quem? As primeiras percepções sugerem que os grupos marginalizados foram os que mais sofreram com a pandemia e as regras de bloqueio relacionadas. No entanto, o conhecimento sobre as formas complexas pelas quais as regras pandêmicas e de lock-down afetaram seus modos de vida, tanto por meio de restrições de mobilidade direta quanto dos efeitos indiretos da mobilidade reduzida no funcionamento de outras infra-estruturas e serviços, assim como no acesso a atividades geradoras de renda, é em grande parte inexistente. O mesmo se aplica às formas específicas que os grupos marginalizados têm sido capazes de lidar com esses efeitos, por exemplo, através de tecnologias virtuais. Portanto, este projeto interdisciplinar irá explorar e comparar o impacto da pandemia COVID19 sobre a mobilidade, acessibilidade e subsistência de grupos marginalizados na Cidade do Cabo (África do Sul), Área do Ruhr (Alemanha) e São Paulo (Brasil) por meio de uma abordagem de métodos mistos. O objetivo é compreender a mudança dos papéis do acesso físico para grupos marginalizados urbanos em tempos de pandemia em seu modo de vida e o papel do acesso virtual nele. Com base nestas análises, recomendaremos medidas para uma acessibilidade equitativa que apoiem e melhorem a resiliência dos grupos marginalizados em uma perspectiva global. Essas medidas serão discutidas e divulgadas para um público abrangente. (AU) | |
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