| Processo: | 22/15320-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Márcio Reis Custódio |
| Beneficiário: | Mariana Ferreira Acipreste |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Equinodermos Microplásticos Sistema imune Comportamento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comportamento de virar | Echinometra lucunter | Equinodermos | microplástico | ouriço do mar | Sistema Imune | Comportamento |
Resumo Em vertebrados, a análise comportamental é utilizada como uma ferramenta rápida e de baixo custo para o monitoramento da qualidade do ambiente e do estado de saúde dos organismos. Para os invertebrados essa ainda não é a realidade, já que poucos grupos têm sido consistentemente estudados. Um exemplo são os equinodermos, onde o comportamento de virar - o tempo que um organismo leva para retornar a sua posição natural - poderia ser um ensaio simples e fácil de ser executado para estes fins. Embora este processo já tenha sido usado para a diagnose de diversos tipos de estresses, não existem estudos que confirmem ou avaliem a sua relação com o estado de saúde dos animais. Neste sentido, o objetivo do presente projeto é investigar se o comportamento de virar realmente reflete o estado de saúde dos equinodermos, utilizando como modelo ouriços da espécie Echinometra lucunter. Os organismos serão expostos a dois estressores fisiológicos diferentes: uma infecção experimental pelo fungo Saccharomyces cerevisiae e a exposição a um poluente, o ftalato, um aditivo presente em microplásticos. O comportamento de virar de indivíduos será medido e relacionado com diferentes parâmetros imunes: número total e diferencial de celomócitos, viabilidade celular e concentração total de proteínas no celoma. Assim, além de confirmar a utilidade do comportamento de virar como bioindicador, compreendendo como a ação antrópica interfere na qualidade do ambiente e saúde dos organismos, este projeto mostrará como o sistema imune dos equinodermos responde a diferentes estresses, podendo auxiliar em futuros estudos de biomonitoramento em ambiente marinho. | |
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