| Processo: | 23/03739-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2024 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Fabio Roberto Passador |
| Beneficiário: | Maria Eduarda Barbosa dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fibra de carbono Processamento Reciclagem Polímeros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Compósitos Estruturais | fibra de carbono | poliamida 6 | processamento | Reciclagem | Polímeros |
Resumo O volume de rejeitos de compósitos termoplásticos reforçados com fibras de carbono (CFRP) provenientes da indústria automotiva vêm aumentando com a demanda desses compósitos no setor. Esses rejeitos possuem materiais excelentes propriedades e custo elevado, sendo assim, a necessidade do desenvolvimento de métodos de reciclagem viáveis que sirvam de alternativa para uma destinação final. O objetivo deste projeto é o estudo do processo de reciclagem mecânica de rejeitos de compósitos termoplásticos de poliamida 6 (PA6) reforçado com fibra de carbono (FC) provenientes de indústrias do setor automotivo, por meio do processamento por compressão a quente. Inicialmente, os rejeitos de compósitos de FC/PA6 serão caracterizados quanto às propriedades térmicas (calorimetria exploratória diferencial, DSC e análise termogravimétrica, TGA) para definir as condições de processamento. Em seguida serão cortados nas dimensões 2 cm x 2 cm, seguido da disposição aleatória em moldes de alumínio e processado por compressão à quente, utilizando os parâmetros determinados pelos ensaios térmicos. Corpos de prova padronizados serão cortados com o auxílio de uma fresadora Router CNC. As propriedades dos compósitos termoplásticos reciclados obtidos serão avaliadas por ensaios de resistência à flexão, resistência ao impacto Charpy, dureza Shore D e determinação da temperatura de deflexão térmica (HDT), e as características morfológicas da superfície de fratura serão avaliadas por microscopia eletrônica de varredura (MEV). As propriedades obtidas serão avaliadas e comparadas com resultados dos fornecedores do material. Espera-se que o produto final obtido apresente propriedades atrativas ao mercado com baixo custo de produção e que possa ser aplicado em componentes não estruturais para o setor automotivo e aeronáutico. | |
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