| Processo: | 22/16899-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 23 de fevereiro de 2028 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Teatro |
| Pesquisador responsável: | Cibele Forjaz Simões |
| Beneficiário: | Mateus Fávero Martins |
| Instituição Sede: | Escola de Comunicações e Artes (ECA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/17438-3 - A encenação da pesquisa: Aspectos ontológicos, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Encenação Prática como pesquisa Práxis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Buenos Aires Escénica | Encenação | pesquisa em artes | Prática como Pesquisa | Práxis | Tercer Abstracto | Teoria e Prática do Teatro |
Resumo O presente projeto busca aprofundar a nossa exploração de mestrado e contribuir para o debate internacional acerca do vínculo entre investigação e criação, cristalizado no termo "prática como pesquisa". Nas conclusões de nossa dissertação propusemos o termo "praxis como pesquisa" como um substituto para o anteriormente mencionado. A proposição parte da compreensão de que as pesquisas em teatro ocorrem na praxis, ou seja, na unidade dialética entre teoria e prática que transforma a realidade por meio da produção de "objetos" (SÁNCHEZ, 1977). Nesse sentido, esta investigação se debruçará sobre a encenação, etapa da criação na qual o teatro gera seu objeto, o espetáculo. Qual é o lugar da encenação na "praxis teatral como pesquisa"? Como um espetáculo pode ser resultado de uma investigação? Para responder a estas perguntas, aprofundaremos o estudo bibliográfico relativo às teorias da "prática como pesquisa", vinculadas agora com as noções de "praxis" e de "encenação". Posteriormente, trabalharemos com dois objetos de pesquisa, os coletivos Buenos Aires Escénica (Argentina) e Tercer Abstracto (Chile/Brasil). Observaremos, na prática dos distintos agentes que participam dos processos criativos (diretores, atores, atrizes e dramaturgistas) e em suas produções de "pensamento explícito" (DUBATTI, 2020), como encenam a pesquisa. Por último, confrontaremos os conhecimentos provenientes da teoria com os conhecimentos provenientes da prática, em busca de uma síntese que nos ajude a compreender a relação entre a encenação e a "praxis teatral como pesquisa". | |
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