| Processo: | 23/05482-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 20 de dezembro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia |
| Pesquisador responsável: | Júlio Assis Simões |
| Beneficiário: | Higor Breno Cagnoni Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/14940-0 - Gramáticas e experiências de aflição: uma abordagem antropológica do ciclo de vida de jovens em uma escola de ensino médio profissionalizante em São Paulo, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Corpo Ensino médio Jovens Marcadores sociais da diferença Saúde mental Antropologia médica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Corpo | Ensino Médio | jovens | Marcadores sociais da diferença | Saúde Mental | sofrimento social | Antropologia da Saúde |
Resumo Com o objetivo de investigar os modos de expressão do sofrimento mobilizados por jovens secundaristas, a presente pesquisa propõe a realização de uma etnografia do tecido interpessoal das emoções presentes no cotidiano de uma escola pública de nível médio. A partir de um referencial teórico interdisciplinar, com foco na metodologia científica da antropologia, o estudo também procura problematizar o uso de diagnósticos e das categorias "psi" dentro do ambiente escolar, com a intenção de observar como ocorre a produção social dos episódios de adoecimento psíquico, debruçando-se sobre a rodadas de negociações envolvidas na obtenção do reconhecimento público de uma dor. Para tanto, será articulada a ideia doença enquanto experiência, isto é, um processo dinâmico de autopercepção afetiva, guiado não só pela tentativa de habitar outra forma de corpo, mas também pelos atravessamentos mútuos dos diferentes agentes que compõem a cena do ensino médio. Neste sentido, busca-se compreender como as noções de "saúde" e "sofrimento" se fazem presentes no dia a dia dos estudantes e demais participantes da pesquisa, a fim de identificar qual modalidade de linguagem eles empregam para dar sentido às experiências de desconforto. Finalmente, apoiado nos dados coletados, será traçada as possíveis relações entre os sofrimentos apontadas pelos jovens com os diferentes marcadores sociais da diferença (sexo, gênero, raça, classe e deficiência). | |
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