| Processo: | 24/06458-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Acordo de Cooperação: | NSF - Dimensions of Biodiversity e BIOTA |
| Pesquisador responsável: | Mathias Mistretta Pires |
| Beneficiário: | Rubia Ferreira dos Santos Morini |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 23/03965-9 - Interações entre plantas e animais e os impactos em cascata da fragmentação da Floresta Amazônica, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/09905-3 - Desvendando os efeitos da mortalidade de árvores causada por distúrbios nas redes de dispersão de sementes na Amazônia, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Defaunação Dispersão de sementes Fragmentação Incêndios Redes ecológicas Redes de interação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | defaunaçao | Dispersão de Sementes | Fragmentação | incendios | Redes ecologicas | Redes de interação |
Resumo Mudanças na vegetação resultantes da morte natural de árvores, desmatamento ou incêndios florestais podem alterar a comunidade local de animais, favorecendo a colonização das bordas das florestas por espécies associadas a habitats abertos, além de reduzir a ocupação por espécies florestais. Tais mudanças nos padrões de ocupação da fauna devem reestruturar as redes de interações entre animais e plantas, onde certas interações são perdidas enquanto outras são estabelecidas. Nas bordas das florestas ou em áreas recentemente queimadas, por exemplo, redes de dispersão de sementes podem perder interações envolvendo espécies florestais, como os primatas e aves de dossel, e ganhar interações envolvendo plantas de ambientes abertos e frugívoros generalistas. A atividade de frugívoros generalista em áreas perturbadas pode influenciar na regeneração ao favorecer a dispersão de espécies vegetais associadas a habitats abertos e mais resistentes à perturbação, auxiliando essas plantas a colonizarem áreas em regeneração dentro da floresta. Devido as características dessas plantas que muitas vezes são tolerantes à seca (por exemplo, com raízes profundas) ou ao fogo (com casca espessa), mudanças nos padrões de dispersão devem reestruturar não apenas taxonomicamente, mas também funcionalmente a composição das comunidades de plantas. Com o passar do tempo, a substituição de plantas menos tolerantes a perturbação por plantas mais tolerantes pode alterar a estrutura da vegetação e aumentar a resistência da floresta à distúrbios. Alguns estudos têm investigado como as mudanças na paisagem afetam a estrutura das redes de interações, mas os efeitos dos distúrbios sobre as redes de dispersão de sementes na Amazônia e como essas mudanças afetam a regeneração da floresta, a resistência e a resiliência ainda são desconhecidos. | |
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