| Processo: | 23/14407-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Juliana Mozer Sciani |
| Beneficiário: | Juliana Guanaes Pina |
| Instituição Sede: | Universidade São Francisco (USF). Campus Bragança Paulista. Bragança Paulista , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Animais marinhos Catepsina B Catepsina D Doença de Alzheimer Produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Animais Marinhos | Catepsina B | Catepsina D | Doença de Alzheimer | produtos naturais |
Resumo A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, irreversível, com um aumento da sua incidência, o qual está relacionado com o aumento da expectativa de vida e com fatores genéticos. Hoje, há apenas 4 terapias aprovadas pela Food and Drug Administration (FDA) e o tratamento utilizado é sintomatológico. Ainda não há certeza a respeito da fisiopatologia da doença, mas estudam-se várias hipóteses, e as principias são: a formação do peptídeo ²-amiloide e da proteína tau, ambas envolvidas na sinapse neuronal. Na hipótese do peptídeo ²-amiloide, o peptídeo forma-se a partir da proteína precursora amiloide após a ação de secretases. O peptídeo resultante se oligomeriza, tornando-o neurotóxico. O acúmulo desta resulta na formação da placa senil na região de hipocampo, levando o neurônio à morte. Proteases lisossomais, como as catepsinas B e D, enzimas que regulam a atividade do lisossomo, têm a função de eliminar proteínas indesejáveis às células. Porém, quando há diminuição de sua atividade ou expressão, como ocorre em doenças degenerativas, há uma diminuição da atividade lisossomática, acumulando de proteínas, como os ² amiloides. Desse modo, com a altaprevalência dessa doença e a importância de novos tratamentos, este estudo tem o objetivo de investigar a atividade das catepsinas B e D em neurônios expostos ao peptídeo beta-amiloide, utilizando moléculas de animais marinhos, já estudadas pelo grupo, como ferramentas para entender melhor o papel dessas enzimas na doença. Desta forma, ao final do projeto, espera-se compreender melhor a função de enzimas lisossomais e como sua modulação pode ajudar no tratamento da doença de Alzheimer. | |
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