| Processo: | 24/09682-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 25 de novembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de julho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Ronaldo Bastos Francini Filho |
| Beneficiário: | Thomás Nei Soto Banha |
| Supervisor: | Sylvaine Giakoumi |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Marinha (CEBIMAR). Universidade de São Paulo (USP). São Sebastião , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Stazione Zoologica Anton Dohrn, Sicily, Itália |
| Vinculado à bolsa: | 22/10690-3 - Ecologia e Conservação do Grande Sistema Recifal da Foz do Amazonas, BP.DR |
| Assunto(s): | Amazônia Pesca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonia | áreas prioritárias para conservação | Lutjanus purpureus | pesca | Planejamento Sistemático para Conservação | priorização espacial | Ecologia e Conservação Marinha |
Resumo As atividades da indústria do petróleo e do gás (O&G) representam uma ameaça significativa ao ambiente marinho em todas as fases das operações, com impactos ecológicos e socioeconómicos negativos que muitas vezes superam os benefícios. O Brasil, um dos dez maiores produtores e consumidores de petróleo do mundo, intensificou recentemente seus esforços para expandir a exploração de petróleo e gás na Plataforma Continental Amazônica (ACS). A ACS contém a maior faixa contínua de manguezais do mundo e um extenso sistema de recifes mesofóticos, ambos altamente vulneráveis a derrames de petróleo e vitais para milhares de comunidades tradicionais e indígenas locais. A região abriga uma das pescarias mais importantes do Brasil, visando uma grande variedade de espécies, tanto vertebrados quanto invertebrados, com destaque para o pargo (Lutjanus purpureus). No entanto, os estoques da ACS, antes considerados um dos últimos viáveis no Brasil, não são mais suficientes para sustentar a pesca e correm o risco de entrar em colapso. É fundamental proteger os serviços e recursos dos ecossistemas marinhos da ACS e das comunidades que deles dependem, apoiando ao mesmo tempo novas atividades econômicas. O nosso objetivo é aplicar uma abordagem de planejamento sistemático para conservação para avaliar potenciais consequências de um maior desenvolvimento da indústria do petróleo e do gás na ACS, avaliando (i) como considerar a vulnerabilidade da pesca e da biodiversidade aos impactos diretos e indiretos (i.e., a relocalização da pesca para áreas mais vulneráveis) e (ii) os trade-offs entre a exploração de petróleo e gás, a conservação da biodiversidade e as atividades pesqueiras. Além disso, examinaremos como o estabelecimento das áreas marinhas protegidas propostas na ACS afetaria as atividades de petróleo e gás, a pesca e a biodiversidade. | |
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