| Processo: | 24/05446-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Luzia Naoko Shinohara Furukawa |
| Beneficiário: | Mayara Klimuk Uchiyama |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 23/10459-2 - Nanopartícula paramagnética como agente de contraste em imagens por ressonância magnética: estudo experimental da nefrotoxicidade, AP.R |
| Assunto(s): | Insuficiência renal crônica Nanopartículas Ratos Nefrologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença Renal Aguda | doença renal crônica | imagem renossancia magnetica | Nanopartículas | rato | Nefrologia |
Resumo O trabalho a ser desenvolvido será avaliar as nanopartículas paramagnéticas (NPP) quanto a sua nefrotoxicidade quando utilizadas como contraste para a obtenção de imagens pela ressonância magnética em modelos animais de doenças renais. Atualmente o contraste utilizado na clínica é baseado em complexos paramagnéticos de gadolínio (CPGd), mas o seu uso é contraindicado para pacientes portadores de doenças renais, pela possiblidade de desenvolver a fibrose nefrogênica sistêmica, prejudicando ainda mais o estado de saúde do paciente e impedido de se realizar o exame de diagnóstico. Devido a limitação de uso desse contraste, as nanopartículas paramagnéticas são vistas como novos agentes de contraste biocompatíveis e promissoras que podem apresentar menos efeitos adversos. Uma das características importantes é o fato de que é possível controlar o seu tamanho, formato e carga superficial ao sintetizar as nanopartículas. Além disso, a superfície das nanopartículas também podem ser modificadas com diferentes classes de moléculas, conferindo propriedades desejáveis tais como paramagnetismo, targeting (entrega a sítio-dirigidas) ou terapêuticas e capazes de interagir com alta afinidade as estruturas celulares, por exemplo anticorpos, peptídeos e aptâmeros. Estudos realizados até o momento com nanopartículas mostram resultados promissores quanto a obtenção de imagens com a visualização da via renal como rota de eliminação. E uma das etapas primordiais seria avaliar a nefrotoxicidade das nanopartículas principalmente em modelos experimentais de insuficiência renal tanto agudo como crônico. | |
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