| Processo: | 24/16498-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Maraysa de Oliveira Melo Stein |
| Beneficiário: | Vitória Alves da Silva |
| Instituição Sede: | Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr Domingos A Boldrini (CIB). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Câncer infantil Osteossarcoma Peixe-zebra Neoplasias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cancer pediátrico | osteossarcoma | xenotransplante | Zebrafish | Câncer |
Resumo O câncer pediátrico, apesar de raro, representa a principal causa de morte por doenças em crianças e adolescentes. Os tumores ósseos representam de 4% a 8%, sendo o osteossarcoma o tumor ósseo mais comum na infância. Apesar de apresentar uma taxa de aproximadamente 60-70% de sobrevivência em cinco anos para o osteossarcoma, em pacientes com doença localizada, essa taxa é muito menor em casos de metástase. Além disso, a genética dos tumores ósseos é complexa e nem todo paciente responde da mesma maneira. Entender o desenvolvimento tumoral in vivo é essencial para o desenvolvimento de novas terapias direcionadas que possam melhorar a eficácia do tratamento e reduzir os efeitos colaterais. No entanto, testar drogas em larga escala ainda é um desafio. Por isso, o zebrafish surge como uma boa alternativa, pois possui um alto número de ovos e é transparente permitindo visualizar o desenvolvimento tumoral. Pensando nisso, o objetivo do trabalho é caracterizar, morfologicamente, o xenotransplante de células de Osteossarcoma em zebrafish utilizando linhagens celulares. Para isso, será realizado o xenotransplante em larvas de zebrafish com 2 dias após fertilização (dpf). Durante os quatro dias após a microinjeção (4 dpi) das células, as larvas serão monitoradas para avaliar o sucesso da injeção e a taxa de sobrevivência das larvas. Após o 4dpi, será realizada a eutanásia e o processamento histológico como: coloração com Hematoxilina e eosina; imunomarcação com anti-ki-67, para identificação de células em proliferação; e imunofluorescência para identificação de células humanas. O estabelecimento de modelos animais para o estudo de tumores sólidos pode auxiliar no desenvolvimento de novos medicamentos e até mesmo predizer a resposta de um paciente a um determinado tratamento, possibilitando futuramente um tratamento mais direcionado para cada paciente e um aumento na expectativa de vida. | |
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