| Processo: | 24/23810-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Luiz Claudio Nogueira Mendes |
| Beneficiário: | Karollyna Aparecida Arruda Cavani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bovinos Proteínas da fase aguda |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bovinos | proteínas de fase aguda | Resposta inflamatória aguda |
Resumo Um dos maiores problemas atuais na criação de bovinos são as úlceras abomasais, que afetamanimais de todas as idades e raças, independentemente do sistema de produção. Essas úlcerascausam indigestão, reduzem a produção e podem levar à morte, resultando em significativas perdaseconômicas. No Brasil, o sistema de pecuária é tradicionalmente em pastoreio intensivo, cujosistema pode causar alguns problemas assim com intoxicação acidental de animais com acesso apasto pulverizado com herbicida à base de metano arsonato ácido monossódico, cujos principaisachados macroscópicos foram úlceras abomasais e congestão renal. Uma série de anormalidadeslaboratoriais ocorrem em vacas com com úlceras abomasais (classificadas como tipos 1 a 4). Pode-se citar as proteínas de fase aguda (PFAs) como biomarcadores de doenças em ruminantes hávárias décadas, visando um diagnóstico precoce ao aparecimento dos sinais clínicos. As proteínasde fase aguda (PFAs) são um grupo de proteínas plasmáticas que sofrem mudanças significativasem sua concentração durante a resposta inflamatória aguda. Para um diagnóstico definitivo sãonecessários o histórico, os achados clínicos e os resultados de técnicas diagnósticas adicionais.Como a mucosa do abomaso é capaz de expressar mRNA para diversas PFAs e produzem PFAs,justifica-se quantificar as concentrações dessas proteínas no líquido abomasal de abomasos comúlceras de graus 1 e 2 em comparação com abomasos sem úlcera (controle). Os objetivos desseestudo são: a) quantificar as diferentes concentrações de proteínas de fase aguda (PFAs) presentesem amostras de líquido abomasal de bovinos criados em sistemas de pastoreio intensivo e queforam identificados na presença (grau 1 e grau 2) ou ausência (controle) de úlceras abomasais nofrigorífico; b) investigar se existem diferenças entre as concentrações de PFAs produzidas entreos 3 grupos: G1: úlceras grau 1, G2: úlceras grau 2 e C: controle. Material e métodos: serão usadasamostras de líquido abomasal congeladas a -80oC processadas em um estudo anterior para realizaras corridas eletroforéticas para separação das diferentes proteínas de fase aguda. De 150 abomasosexaminados aleatoriamente em um frigorífico, 18 abomasos apresentaram úlceras e foramselecionados de acordo com as características macroscópicas de cada um dos 3 grupos, cujaclassificação foi confirmada pela histopatologia em úlceras grau 1 (G1: erosões e úlceras nãoperfuradas com lesões mínimas na mucosa, n=6), úlceras grau 2 (G2: erosões e úlceras nãoperfuradas combinadas com mínima hemorragia na mucosa, n=6) e controle (C: sem lesões, n=6).Para a quantificação das PFAs, utilizar-se-á a metodologia de corrida eletroforética SDS-PAGE.Os dados obtidos para cada parâmetro estudado, nos diferentes grupos experimentais, serãosubmetidos à análise de variância (ANOVA), seguida da comparação entre as médias pelo testede Tukey. Os dados serão apresentados como média ± desvio padrão. Os dados serão consideradossignificativos com valor de P ¿ 0,05 para os diferentes tempos. | |
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