| Processo: | 25/02249-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana |
| Pesquisador responsável: | Raul Reis Amorim |
| Beneficiário: | João Pedro de Moraes |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/03080-4 - A GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E OS IMPACTOS DAS INUNDAÇÕES NAS BACIAS HIDROGRÁFICAS: o estudo da suscetibilidade, vulnerabilidade, exposição e resiliência às inundações em cidades brasileiras, AP.PNGP.PI |
| Assunto(s): | Inundações Mudança climática Riscos ambientais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | chuvas intensas | inundações | Mudanças Climáticas | Planejamento Climático | Riscos climáticos | Rislcos e Desastres Ambientais |
Resumo O ano de 2023 e 2024 foram marcados por consecutivamente atingirem a marca de ano mais quente já registrado até então, onde se discutiu amplamente a condição de emergência, ou ebulição, climática global (Niranjan, 2023). Deste modo, no cenário global, iniciativas como as COPs e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) têm impulsionado políticas climáticas, todavia, o Brasil, ainda que historicamente relevante em questões ambientais, enfrenta retrocessos na implementação dos ODS. Enquanto isso, eventos climáticos extremos, como as chuvas intensas no litoral norte de São Paulo, continuam a acontecer e se ampliam, ressaltando a urgência de pesquisas que abordem resiliência local e regional. O histórico de desastres, destaca a necessidade de um planejamento climático eficaz, embasado no clima e relevo regionais, que seja capaz de articular entre políticas públicas e o entendimento das dinâmicas físicas e socioespaciais. A pesquisa portanto propõe um estudo aprofundado dessas relações, de modo que, a metodologia divide-se em três etapas principais: (1) revisão bibliográfica aprofundada sobre climatologia geográfica, geomorfologia e riscos climáticos, com foco em processos atmosféricos e geomorfológicos que influenciam os desastres; (2) coleta e análise de dados secundários, como registros da Defesa Civil, cartas sinóticas e imagens de satélite, para identificar padrões de eventos climáticos extremos; (3) análise de planos de ação climática nacionais e internacionais, como o Thames Estuary 2100, comparando-os com políticas brasileiras. | |
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