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Até que ponto o isolamento geográfico de ilhas oceânicas influencia o potencial de dispersão das plantas e o investimento reprodutivo?

Processo: 25/16124-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de julho de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fitogeografia
Pesquisador responsável:Fábio Pinheiro
Beneficiário:Lívia Garcia
Supervisor: Juliano Sarmento Cabral
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Instituição Anfitriã: Universität Bonn, Alemanha  
Vinculado à bolsa:24/20351-7 - Evolução do tamanho de espécies plantas de ambientes insulares do litoral brasileiro, BP.MS
Assunto(s):Evolução
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:allocation | autocompatibility in island plants | island rule | loss of dispersibility | Evolução

Resumo

As ilhas são consideradas ambientes com baixa disponibilidade de nichos, alta competição e fortes filtros ambientais que moldam a riqueza e a diversidade das espécies capazes de habitar esses locais, selecionando características funcionais específicas e promovendo modificações morfológicas, como o gigantismo insular em espécies pequenas, perda de dispersibilidade e seleção de mecanismos reprodutivos abióticos. Os efeitos da evolução das plantas nas ilhas começaram a ser explorados recentemente, demonstrando que certas características, como altura da planta e área foliar, seguem as premissas da evolução insular (ou seja, a regra de ilha). Através deste projeto, nosso objetivo é contribuir para o entendimento da regra de ilha, testando se as espécies da Ilha de Alcatrazes seguem os padrões esperados de modificação morfológica ou se estão traçando um caminho evolutivo distinto. Para alcançar esse objetivo, três hipóteses serão testadas: (1) As populações insulares têm um potencial de dispersão de sementes reduzido em comparação com as populações continentais; (2) As populações insulares têm uma alocação reprodutiva menor e um investimento maior em crescimento quando comparadas às populações continentais; (3) As populações insulares possuem sistemas de cruzamento autocompatíveis, uma maior frequência de autopolinização espontânea e menor depressão por endogamia em comparação com as populações continentais.

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