| Processo: | 25/13047-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Carlos Roberto Bueno Júnior |
| Beneficiário: | Carolina Giradi Ribeiro da Rocha |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Composição corporal Envelhecimento Força muscular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Composição Corporal | Envelhecimento | Força Muscular | massa muscular esquelética | Treinamento de força e envelhecimento |
Resumo Introdução: O envelhecimento está associado à perda progressiva de massa muscular esquelética, massa óssea e força, comprometendo a autonomia e aumentando riscos à saúde dos idosos. O treinamento resistido (TR) é uma intervenção eficaz para mitigar essas perdas. No entanto, a variabilidade nas respostas de força e composição corporal pode ser mediada por fatores biológicos, comportamentais e relacionados à prescrição do TR. Nesse sentido, investigar os fatores que afetam a variabilidade das respostas de força e composição corporal em idosos pode ajudar os profissionais de Educação Física a compreender quais variáveis podem interferir positivamente ou negativamente ao treinamento. Objetivo: Investigar os fatores associados à variabilidade das respostas de força muscular e composição corporal em idosos após 10 semanas de TR supervisionado, identificando quais fatores apresentam maior peso explicativo. Métodos: Homens e mulheres de 60 a 70 anos, sem prática regular de TR nos últimos 6 meses, participarão de um programa de TR de 10 semanas, com 2 sessões semanais. Inicialmente, será avaliado a composição corporal via absorciometria de raios-x de dupla energia (DXA), testes de força máxima unilateral (1-RM em cadeira extensora e leg press horizontal unilateral), e avaliação nutricional com registro alimentar. As escalas OMNI-RES (percepção subjetiva ao esforço físico) e de afetividade serão aplicadas em cada sessão de TR. Após as 10 semanas, todos os testes serão repetidos, e análises estatísticas com regressões múltiplas serão realizadas para identificar os fatores associados à variabilidade nas respostas de força e massa muscular. | |
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