| Processo: | 25/20790-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Marília Cristina Oliveira Souza |
| Beneficiário: | Camila Soares Lopes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/06443-0 - Biodisponibilidade e bioacessibilidade de pesticidas e poluentes legados em alimentos: avaliação de risco à saúde pública e criação de ferramenta risco-benefício para consumidores brasileiros, AP.GR |
| Assunto(s): | Biodisponibilidade Agrotóxicos Segurança alimentar Toxicologia de alimentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biodisponibilidade | Estudos in vivo | HPAs | Pesticidas | PFASs | Segurança dos alimentos | Toxicologia de Alimentos |
Resumo A exposição humana a poluentes ambientais ocorre de forma combinada por meio de diversas vias, sendo a ingestão de água e alimentos uma das mais relevantes para compostos orgânicos persistentes. No entanto, a maioria dos estudos que avaliam essa via de exposição não considera os complexos processos de absorção no trato gastrointestinal, bem como a biodisponibilidade absoluta ou relativa dos contaminantes. A fração efetivamente biodisponível pode variar em função de múltiplos fatores, incluindo a composição e propriedades dos alimentos, a liberação do poluente da matriz transportadora no trato gastrointestinal, a taxa de absorção, o pH local e o metabolismo intestinal e hepático. Dessa forma, ignorar o fator de absorção e a porcentagem biodisponível pode levar à superestimação da exposição humana e dos riscos à saúde associados.Além disso, compreender a distribuição dos contaminantes nos diferentes órgãos e compartimentos, bem como parâmetros farmacocinéticos e de bioconcentração, é essencial para uma avaliação mais realista. Nesse contexto, os estudos de biodisponibilidade buscam fornecer subsídios mais precisos para a caracterização de risco à saúde. Abordagens em modelos in vivo têm sido aplicadas para simular os processos fisiológicos que ocorrem durante a digestão gastrointestinal e estimar a fração efetivamente absorvida que alcança a corrente sanguínea, tornando-se disponível para exercer efeitos tóxicos.A biodisponibilidade também pode ser estimada pela análise in vivo de metabólitos em amostras biológicas, como sangue e urina, após o consumo de alimentos contaminados. Esses resultados permitem calcular a ingestão diária de poluentes, fornecendo dados fundamentais para que autoridades de saúde pública estimem com maior precisão os riscos associados a contaminantes prioritários presentes em alimentos da dieta básica brasileira, resultantes da contaminação ambiental. | |
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