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Análises geocronológicas de duricrusts ferruginosos e manganesíferos por 40Ar/39Ar, (U-Th)/He e cosmogênico 3He

Processo: 25/21931-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Data de Início da vigência: 20 de novembro de 2025
Data de Término da vigência: 19 de julho de 2026
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Pablo Vidal Torrado
Beneficiário:Daniela Schievano de Campos
Supervisor: Paulo Marcos de Paula Vasconcelos
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Instituição Anfitriã: University of Queensland, Brisbane (UQ), Austrália  
Vinculado à bolsa:23/14305-0 - Geocronologia de duricrostas ferruginosas do Estado de Tocantins, BP.PD
Assunto(s):Geocronologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cosmogenic 3He | He | laterite | petroplinthite | (U-Th) | 39Ar | 40Ar | Geocronologia

Resumo

As paisagens pouco exploradas do Estado do Tocantins abrigam formas de relevo e solos que se acredita estarem entre os mais antigos da Terra. Duricrusts ferruginosos cobrem planaltos elevados com extensas superfícies achatadas e são o resultado de períodos prolongados de intenso intemperismo químico, marcados por ciclos repetidos de dissolução mineral e reprecipitação. Sua natureza altamente endurecida permite que persistam ao longo de escalas de tempo geológicas, tornando-os arquivos valiosos para o estudo e reconstrução de paisagens tropicais antigas. Este projeto busca alavancar a ampla ocorrência de duricrusts ferruginosos no Tocantins - especialmente os mais fortemente cimentados, que são mais adequados para a geocronologia - a fim de decifrar a evolução da paisagem e estabelecer correlações com características semelhantes nos trópicos, particularmente no Cerrado brasileiro. Para isso, serão empregadas técnicas geocronológicas modernas projetadas para datar eventos de intemperismo químico e determinar taxas de denudação. A datação (U-Th)/He de óxidos de ferro e a datação 40Ar/39Ar de óxidos de manganês serão utilizadas para identificar os principais episódios de precipitação mineral em diferentes níveis de elevação. Além disso, o isótopo cosmogênico 3He será essencial para determinar as taxas de erosão em diferentes partes da paisagem. Para apoiar este trabalho, está previsto um período de pesquisa na Universidade de Queensland (Brisbane, Austrália), para acesso a laboratórios geoquímicos e geocronológicos avançados, bem como treinamento especializado em métodos geocronológicos. (AU)

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