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Resistência antimicrobiana e produção de carbapenemases em Escherichia coli isoladas de infecções urinárias comunitárias

Processo: 25/18153-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:André Pitondo da Silva
Beneficiário:Pedro Estrela
Instituição Sede: Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Campus Ribeirão Preto. Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Carbapenemases   Escherichia coli   Resistência microbiana a medicamentos   Microbiologia médica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Carbapenemases | Escherichia coli | Infecção do trato urinário | resistencia antimicrobiana | Microbiologia Médica

Resumo

As infecções do trato urinário (ITUs) estão entre as doenças bacterianas mais frequentes na prática clínica, representando um importante desafio para a saúde pública devido à sua elevada prevalência, recorrência e impacto socioeconômico. Escherichia coli uropatogênica (UPEC) é a principal espécie bacteriana associada a essas infecções em pacientes da comunidade, sendo responsável por mais de 75% dos casos. Nas últimas décadas, tem-se observado um aumento significativo na resistência antimicrobiana desses isolados, o que compromete a eficácia de fármacos tradicionalmente utilizados e dificulta o tratamento empírico. A disseminação de mecanismos de resistência, como a produção de ¿-lactamases de amplo espectro e, especialmente, de carbapenemases, representa um desafio crescente, pois reduz substancialmente as opções terapêuticas e favorece a persistência e disseminação de cepas multirresistentes fora do ambiente hospitalar. O presente estudo tem como objetivo investigar o perfil de resistência a antimicrobianos e a presença de genes codificadores de ¿-lactamases, com ênfase nas carbapenemases, em 380 isolados de E. coli obtidos de ITUs comunitárias em pacientes ambulatoriais. Os isolados serão caracterizados quanto à suscetibilidade aos antimicrobianos e classificados segundo os perfis MDR, XDR e DTR. Também serão realizados testes fenotípicos (Blue-Carba e detecção de MBL) e genotípicos (PCR para ¿-lactamases das classes A, B, C e D), e os resultados serão correlacionados a variáveis epidemiológicas, como idade, sexo e ano de coleta, permitindo identificar padrões de resistência e potenciais fatores associados à sua disseminação. Espera-se que os resultados deste estudo contribuam para ampliar o conhecimento sobre a epidemiologia da resistência antimicrobiana em ITUs comunitárias, fornecendo informações que possam subsidiar futuras estratégias de vigilância, apoiar iniciativas de uso racional de antimicrobianos e orientar políticas de saúde pública voltadas ao enfrentamento desse problema crescente.

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