| Processo: | 25/24990-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia |
| Pesquisador responsável: | Bruna Cunha Gondim de Alencar |
| Beneficiário: | Jhonnatan Olivetti Klarosk |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 25/13226-4 - Otimização de transdução de macrófagos por vetor lentiviral, AP.R |
| Assunto(s): | Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Macrófagos | silenciamento | Transdução | Vetor lentiviral | Biologia Celular de células imunológicas |
Resumo A transdução de macrófagos humanos por vetor lentiviral, embora ofereça um poderoso recurso para knockdown gênico, enfrenta diversos desafios que impactam diretamente a execução laboratorial. A carência de detalhes metodológicos em trabalhos científicos leva à dificuldade de reprodução dos protocolos existentes. O laboratório que sedia o projeto vigente tem encontrado dificuldades na manipulação genética de macrófagos, fator que impede o uso desse tipo celular em estudos que necessitem manipulações como o silenciamento gênico.O objetivo geral deste trabalho é determinar um protocolo otimizado e com altas taxas de sucesso para a transdução por vetor lentiviral derivado de HIV-1 em macrófagos derivados de monócitos primários humanos. Os objetivos específicos são: testar métodos de diferenciação celular com diferentes meios de cultivo (meio RPMI com FBS ou soro humano AB, e com ou sem M-CSF); avaliar técnicas de transdução durante a diferenciação (com vírus fresco ou congelado); testar diferentes técnicas de otimização de transdução lentiviral (modulação da porcentagem de soro (2), superexpressão de CD47 na célula empacotadora e vetor lentiviral (3), inoculação em centrífuga (espinoculação) (4), utilização de retronectina (5) ou protamina (6), pseudotipagem com glicoproteína de vírus endógeno de babuínos - BaEV (7)); por fim, silenciar o gene MYO9B para validar o uso do protocolo para o silenciamento gênico. Para atingir os objetivos propostos, serão utilizadas técnicas de análise. São elas: morfologia celular por microscopia óptica; viabilidade celular por corante azul de tripan e/ou live/dead; sucesso de diferenciação por citometria de fluxo para marcadores de macrófagos; porcentagem de transdução com e sem antibiótico; e sucesso do silenciamento por qPCR e Western Blot. | |
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