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Engenharia genética de macrófagos para aquisição de fenótipo Phd2+/- a partir das células-tronco pluripotentes induzidas e seu uso para tratamento de Isquemia de Membro

Processo: 18/09203-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Sang Won Han
Beneficiário:Patrícia Terra Alves
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/20206-8 - Modulação de monócitos, macrófagos e pericitos pelos genes dos fatores estimuladores de colônia para tratamento de isquemia de membros em modelo murino, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):19/04597-8 - Engenharia genética de células-tronco embrionárias de camundongo por CRISPR-Cas9 para a produção de macrófagos-PHD2 +/-, BE.EP.PD
Assunto(s):Terapia genética   Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Células-tronco pluripotentes induzidas   Macrófagos   Fenótipo   Isquemia   Modelos animais

Resumo

Entre os principais objetivos do projeto temático estão a modulação dos macrófagos por CSFs para promover mais a formação de macrófagos M2, pois, estas células produzem uma série de fatores de crescimento que promovem a formação e o remodelamento de vasos, e miogênese do músculo esquelético isquêmico e inflamado. O principal sensor de oxigênio nas células é a hidroxilase de prolina de HIF (Hypoxia Inducible Factor), a qual é denominada de PHD, e acredita-se que a PHD2 seja a principal isoforma nesta atividade. PHD2 é uma dioxigenase dependente de Fe(II)/2-oxoglutarato que catalisa a hidroxilação de resíduos específicos de prolina do HIF-5ü, que leva a degradação via ubiquitina. Já foi relatado que os macrófagos haplodeficientes do gene Phd2 (Phd2+/-) apresentam um fenótipo de M2-símile e promovem arteriogênese nos animais isquêmicos. Portanto, estes macrófagos podem ser usados para terapia celular para tratamento de Isquemia de Membro, no entanto, como não há macrófagos Phd2+/- naturalmente uma via de produção seria a criação e produção a partir de iPS. Nos dois trabalhos publicados recentemente com apoio deste projeto temático, nós demonstramos que o biomaterial alginato é um ótimo material para carrear vetor lentiviral e liberar lentamente este vetor no local de injeção. Além disso, esta via de entrega de vetores permitiu a contenção deste vetor no local da injeção, o que é uma questão altamente relevante em questão de biossegurança. Como a injeção da suspensão de macrófagos no tecido muscular pode levar a perda destas células levando a diminuição de eficácia e do tempo de atuação, uma solução seria entregar estas protegidas de microgéis de alginato, conforme nós demonstramos no trabalho anterior com o vetor lentiviral. Os objetivos deste projeto são criação dos macrófagos com o fenótipo Phd2+/- a partir das células-tronco pluripotentes induzidas modificadas por Crispr-Cas9 e avaliação do efeito terapêutico destes macrófagos, na forma livre ou no gel de alginato, nos membros isquêmicos dos camundongos. (AU)