| Processo: | 16/04229-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Sang Won Han |
| Beneficiário: | Tâmisa Seeko Bandeira Honda |
| Instituição Sede: | Centro de Terapia Celular e Molecular. Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/20206-8 - Modulação de monócitos, macrófagos e pericitos pelos genes dos fatores estimuladores de colônia para tratamento de isquemia de membros em modelo murino, AP.TEM |
| Assunto(s): | Terapia genética Doença arterial periférica Isquemia Macrófagos Aterosclerose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença arterial periférica | Isquemia de membro | macrófagos M2 | Terapia Gênica |
Resumo A isquemia crônica crítica (ICC) é caracterizada por uma redução crônica do diâmetro arterial devido à aterosclerose, que resulta em uma hipoperfusão tecidual de membros e inflamação crônica. A elevada incidência da ICC somada as baixas taxas de sucesso terapêutico, tornam os indivíduos portadores alvos para amputações ao longo da vida, ou nos casos mais graves podendo levar ao óbito. Ao analisar a fisiopatologia de ICC, nota-se que a isquemia leva a inflamação e a lesão tecidual, e que os macrófagos presentes no local de lesão desempenham papel na remoção de células mortas e reparação tecidual. Recentes estudos têm demonstrado que a subpopulação de macrófagos M2 tem um papel fundamental na angiogênese, fibrose e reparação tecidual, e estas células podem ser originadas a partir dos monócitos circulantes ou de macrófagos residentes. Dentre as interleucinas, a IL-4 é a mais ativa na polarização de macrófagos para M2 e também na expansão de macrófagos residentes, principalmente, nos animais infectados com nematelmintos. Na base do conhecimento atual nesta área, pergunta-se: a expressão forçada do gene IL-4 no músculo esquelético isquêmico consegue promover a expansão in vivo de macrófagos residentes com fenótipo M2? E se esta expansão de macrófagos residentes é suficiente para promover a regeneração e a recuperação do músculo esquelético isquêmico? As respostas obtidas com estas perguntas deverão contribuir para uma melhor compreensão dos processos reparativo e regenerativo do músculo esquelético isquêmico, assim como na elaboração de formas terapêuticas direcionadas especificamente ao tecido isquêmico, visando minimizar os efeitos colaterais provocados com o uso sistêmico de fármacos. (AU) | |
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