| Processo: | 11/18197-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Sang Won Han |
| Beneficiário: | Bruno Tesini Roseguini |
| Instituição Sede: | Centro de Terapia Celular e Molecular. Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Terapia baseada em transplante de células e tecidos Medicina regenerativa Doença arterial periférica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença arterial periférica | Medicina regenerativa | terapia celular | Terapia celular |
Resumo A doença arterial periférica (DAP) é uma manifestação comum da aterosclerose que afeta uma parcela importante da população idosa. A despeito da crescente prevalência e do impacto desta doença na qualidade de vida dos pacientes, as opções de tratamento disponíveis tem baixo custo-efetividade e não são acessíveis para a maioria dos pacientes. A terapia celular com células-tronco mesenquimais parece ser uma alternativa promissora para promover a recuperação funcional dos indivíduos com DAP. No entanto, diversos estudos tem mostrado que apenas uma parcela infima das células administradas nos membros inferiores afetados sobrevive, o que diminui enormemente o potentical terapêutico desta estratégia. O objetivo principal desta proposta é testar a hipótese de que a realização de uma única sessão de exercício intenso antes da administração de células mesenquimais pode aumentar a sobrevivência e incorporação das mesmas no tecido isquêmico e consequentemente aumentar a eficácia desta terapia. Especificamente, hipotetizamos que uma sessão de exercício promove aumento na expressão no musculo esquelético de quimiocinas e citocinas envolvidas na atração e sobrevivência de células-tronco, como o fator SDF-1 e seu receptor CXCR4. Por esta razão, a realização do exercicio deverá aumentar a presença de células mesenquimais na musculatura após o transplante e por fim, amplificar a melhora nos índices de recuperação funcional e densidade vascular nos membros inferiores. Como o exercicio é não-invasivo, acessível e facilmente aplicável, os resultados deste trabalho podem ter grandes implicações para o uso clínico da terapia celular com células tronco mesenquimais na DAP. | |
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