| Processo: | 25/20544-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Jornalismo Científico |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Hudson Tercio Pinheiro |
| Beneficiário: | Erica Assunção Araujo |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Marinha (CEBIMAR). Universidade de São Paulo (USP). São Sebastião , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/24215-2 - Biodiversidade, biogeografia e conservação de ecossistemas recifais mesofóticos no Oceano Atlântico, AP.BTA.JP |
| Assunto(s): | Divulgação científica Mídias sociais Pesquisa Sensibilização |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Conservação marinha | Divulgação Científica | Mídias sociais | Pesquisa | Podcast | sensibilização | Biodiversidade e Conservação |
Resumo Descobertas Científicas e Estratégias de Comunicação para a Conservação dos Recifes ProfundosOs recifes de corais, ricos em formas, cores e espécies, são verdadeiros pilares da vida marinha e da economia costeira. Além de servirem como barreiras naturais contra a erosão e de garantirem alimento a inúmeras comunidades, sustentam atividades como pesca e turismo. Apesar de sua importância, esses ambientes vêm sofrendo um processo acelerado de degradação em escala global, tornando-se um dos maiores desafios ambientais do nosso tempo. Entre as alternativas para a preservação dos recifes rasos, destacam-se os ecossistemas de corais mesofóticos (ECMs) - localizados entre 30 e 150 metros de profundidade - que oferecem abrigo a muitas espécies e guardam uma biodiversidade ainda pouco conhecida pela ciência.A dificuldade de acesso a essas áreas - devido à profundidade e à necessidade de equipamentos de mergulho técnico - significa que a maioria das pessoas nunca viu ou sequer ouviu falar desses recifes profundos. Além disso, poucos sabem que corais e outros invertebrados marinhos, como gorgônias e esponjas, são animais com funções essenciais para a saúde do oceano e a saúde humana. Essa lacuna de conhecimento é um obstáculo para a conservação, já que a conscientização pública é um passo fundamental para a proteção efetiva.Nesse contexto, o trabalho de jornalismo científico proposto, a ser desenvolvido inicialmente em seis meses, busca transformar descobertas sobre os ambientes recifais mesofóticos, assim como outras descobertas relevantes para a conservação marinha, em conteúdo didático, envolvente e capaz de despertar o interesse do público leigo. Entre os resultados esperados estão a produção mensal de um podcast, além de dois textos e materiais audio-visuais destinados ao Jornal da USP, à Revista FAPESP e a outras mídias nacionais, abordando expedições, resultados de pesquisas e curiosidades sobre o ambiente marinho. O objetivo é aproximar a ciência da sociedade por meio de narrativas claras, recursos visuais e/ou auditivos impactantes e uma linguagem inclusiva.Essa abordagem pretende fortalecer a cultura oceânica, estimular o engajamento público na conservação marinha e contribuir para o diálogo entre ciência e sociedade, alinhando-se aos objetivos da Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030). Ao traduzir dados técnicos em histórias inspiradoras, a divulgação científica se torna um poderoso instrumento para que mais pessoas compreendam, valorizem e ajam em prol da preservação dos oceanos. | |
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