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Relação entre a qualidade do sono e sensibilização central em indivíduos com migrânea

Processo: 25/21866-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Débora Bevilaqua Grossi
Beneficiário:Jonatas Santos Sousa
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Qualidade do sono   Transtornos de enxaqueca
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Qualidade do sono | Sensibilização Central | transtornos de enxaqueca | Fisioterapia Musculoesquelética

Resumo

A migrânea é uma condição neurológica crônica de alta prevalência, caracterizada por cefaleia recorrente e comorbidades associadas, como, distúrbios do sono e sensibilização central. Evidências crescentes apontam para uma interação bidirecional entre má qualidade do sono e mecanismos de dor crônica mediadas por sensibilização do sistema nervoso central. A compreensão desta relação é essencial para identificar fatores perpetuantes da migrânea e promover intervenções terapêuticas mais eficazes. Este estudo tem como objetivo investigar a associação entre a qualidade do sono e a sensibilização central em indivíduos com migrânea. A amostra será composta por 46 indivíduos entre 18 e 60 anos, diagnosticados com migrânea segundo os critérios da Classificação Internacional de Cefaleias, recrutados no Ambulatório de Cefaleia do HCFMRP/USP e via redes sociais. Serão avaliados dados sociodemográficos e clínicos para caracterização da amostra. A qualidade do sono será avaliada pelo Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI) e os indicadores de sensibilização central por meio dos limiares térmicos de dor (calor e frio) obtidos pelo Quantitative Sensory Testing (QST) Medoc® aplicado em pontos cranianos, cervicais e antebraço. Espera-se observar uma correlação significativa entre pior qualidade do sono e limiares mais baixos de dor térmica que sugerem maior sensibilização central. Esses achados podem reforçar a hipótese de que distúrbios do sono estão associados com a migrânea via mecanismos de sensibilização central. (AU)

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