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Condicionamento de sementes de Brachiaria decumbens com óxido de zinco e Ecklonia maxima para mitigação de estresse hídrico por seca.

Processo: 25/14623-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2027
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Flávio Henrique Silveira Rabêlo
Beneficiário:Mauro Ernesto Issufo
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Germinação de sementes   Micronutrientes   Tolerância ao estresse   Nutrição vegetal
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bioestimulantes | Germinação de sementes | micronutrientes | Tolerância ao estresse | Nutrição de Plantas

Resumo

O avanço das mudanças climáticas e a intensificação dos períodos de seca pode comprometer a germinação e o estabelecimento de forrageiras tropicais, especialmente de Brachiaria decumbens, base da pecuária a pasto no Brasil. Embora adaptada ao clima tropical, suas sementes são altamente sensíveis ao estresse hídrico por seca, o que dificulta a formação de pastagens produtivas e sustentáveis. Como al-ternativa, este projeto propõe o osmocondicionamento de sementes com óxido de zinco (ZnO) e extrato de alga Ecklonia maxima, isoladamente ou em combinação, como estratégia para promover maior tole-rância à seca. O estudo será conduzido em duas fases: a primeira, em laboratório, envolverá a germinação de sementes sob diferentes níveis de estresse hídrico induzido por PEG 6000 (0,0; -0,3 e -0,6 MPa), com os seguintes tratamentos: sem condicionamento, hydropriming (água), ZnO (700 mg kg¿¹ de sementes), Ecklonia maxima (0,5% v/v) e a combinação ZnO + E. maxima; com avaliação da porcenta-gem de germinação, velocidade e tempo médio de germinação. A segunda fase, em casa de vegetação, contemplará análises morfofisiológicas, bioquímicas (atividade de enzimas componentes do sistema antioxidativo), teor relativo de água, teor de clorofila, concentração de nutrientes e indicadores de es-tresse oxidativo (peróxido de hidrogênio - H¿O¿ e peroxidação lipídica - MDA), visando compreender as respostas adaptativas induzidas pelos mesmos tratamentos aplicados sob duas condições hídricas: 70% da capacidade de campo (controle) e 40% da capacidade de campo (estresse moderado). Espera-se que as sementes tratadas apresentem maior uniformidade de emergência, vigor e resiliência ao déficit hídrico, fornecendo subsídios científicos para tecnologias sustentáveis na formação de pastagens tropicais frente à instabilidade climática. (AU)

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