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Efeitos de uma nova abordagem fisioterapêutica sobre os parâmetros de dor, rigidez articular e força muscular em adultos obesos com osteoartrite de joelho: estudo piloto randomizado controlado cego

Processo: 25/24715-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de março de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Alessandra Madia Mantovani Fabri
Beneficiário:Fernanda Diekmann Mantovani
Instituição Sede:Centro Universitário Antônio Eufrásio de Toledo de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Educação em saúde   Exercício físico   Fisioterapia   Obesidade   Osteoartrite do joelho   Reumatologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:educação em saúde | exercício físico | fisioterapia | Obesidade | Osteoartrite de Joelho | Reumatologia

Resumo

Introdução: Osteoartrite de joelho (OAJ) é uma condição crônica, progressiva, heterogênea e de lenta evolução relacionada ao comprometimento da mobilidade, força muscular e qualidade de vida da população e pode ser agravada pelo excesso de peso corporal. Portanto, o manejo adequado dos pacientes obesos com OAJ é um desafio relevante na fisioterapia e há lacunas quanto aos efeitos de uma intervenção integrativa nesta população. Objetivo: Analisar os efeitos de uma nova abordagem fisioterapêutica integrativa associada a educação em saúde versus tratamento convencional sobre os parâmetros de dor, rigidez articular e força muscular em adultos obesos com osteoartrite de joelho. Método: Estudo piloto randomizado controlado cego, com voluntários de ambos os sexos na cidade de Presidente Prudente/SP, atendendo a critérios específicos de inclusão e exclusão. Será aplicada avaliação de dor, teste funcional de membros inferiores, equilíbrio estático e dinâmico, força isométrica de quadríceps, bem como questionário multidimensional, Western Ontario McMaster Osteoarthritis Index, utilizado para avaliar dor, rigidez e função física. A intervenção do Grupo Controle (GC) seguirá protocolos convencionais, baseados no fortalecimento da musculatura de quadríceps. A intervenção do Grupo Integrativo (GI) seguirá o protocolo do GC, supracitado, como também, o fortalecimento de músculos estabilizadores de CORE e quadril. Ambos realizarão três sessões semanais durante seis semanas de treinamento resistido, sendo monitorados por parâmetros vitais e escala de percepção de esforço. Também serão oferecidas palestras educacionais e rodas de conversa quinzenais ao GI. Para comparar grupos em cada momento, será utilizado o teste t de Student para amostras independentes, conforme homogeneidade de variâncias no teste de Levene.

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